- Policiais dizem ter confundido ferramenta de obra com arma durante operação do 7º Batalhão de Polícia Militar.
- Família de um dos pedreiros questiona depoimento apresentado pelas autoridades.
- Os trabalhadores iam rumo ao serviço quando foram baleados pelos agentes no local da operação.
- O episódio ocorreu em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
- O corpo de Marcelo da Cruz Silva, 41 anos, foi velado e enterrado no Cemitério São Miguel, na quinta-feira.
O incidente ocorreu durante uma operação do 7º Batalhão de Polícia Militar. Agentes teriam alvejado dois pedreiros que estavam a caminho do trabalho, em um trecho ainda não especificado da região metropolitana do Rio de Janeiro. A polícia afirma ter confundido uma ferramenta de obra com uma arma durante a ação.
Segundo a corporação, os pedreiros receberam os disparos no local e houve desdobramentos que repercutem na linha de investigação. Ainda não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde de outras pessoas ou sobre o andamento da operação.
Quem estava envolvido, quando e onde exatamente os fatos ocorreram seguem sob apuração. O objetivo da nota é esclarecer o que houve, como ocorreu a confusão entre ferramenta e arma e quais as providências tomadas pela corporação até o momento.
Depoimento contestado pela família
A família de um dos pedreiros questiona o depoimento apresentado pela PM, alegando dúvidas sobre as circunstâncias que levaram aos disparos. As informações oficiais não consolidam ainda uma versão única dos acontecimentos, cabendo às autoridades competentes esclarecer os pontos divergentes.
O corpo de Marcelo da Cruz Silva, 41 anos, foi velado e enterrado na tarde desta quinta-feira (28) no Cemitério São Miguel, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. A família afirmou que buscará respostas sobre a atuação policial naquele dia. Fonte: Folhapress.
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