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Caso Henry Borel: julgamento retoma com testemunhas de Monique

Julgamento do caso Henry Borel é retomado com testemunhas de Monique; pai de Henry depôs até as quatro e quinze da madrugada

Monique Borel no julgamento do caso Henry Borel
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  • Julgamento do assassinato de Henry Borel é retomado neste sábado com testemunhas da defesa de Monique Medeiros, no sexto dia do júri.
  • Leniel Borel depôs até as 4h15 da madrugada e disse ter passado a acreditar na premeditação após novas informações da investigação; lembrou que Henry ficava nervoso ao ir para a casa da mãe.
  • Advogado da acusação afirmou que médicos legistas comprovaram que Henry foi lesionado e morto no período em que estava com o casal.
  • Defesa de Jairinho sustenta que as manobras de ressuscitação teriam causado laceração hepática e hemorragia; médico legista rebateu a tese.
  • Defesa questiona o número de laudos após a morte e aponta o sumiço de um exame de raio-X que indicaria pneumotórax.

O julgamento do caso Henry Borel continua em andamento neste sábado (30/5), com o foco nas testemunhas de defesa de Monique Medeiros. Os jurados ouvem os depoimentos desde o início do sexto dia do Tribunal do Júri, que responde pela participação da mãe de Henry e do ex-vereador Jairinho no crime.

Nesta sexta-feira, as investigações encerraram a oitiva das testemunhas de acusação. O último relato foi feito pelo pai de Henry, Leniel Borel, que encerrou o depoimento por volta das 4h15 da madrugada. Ele afirmou ter passado a desconfiar da eventual premeditação após novas informações obtidas durante apurações.

Os advogados de Monique enfatizam elementos apresentados por médicos-legistas, apontando que a morte ocorreu durante o período de convivência com o casal. A defesa de Jairinho sustenta que lesões surgiram de manobras de ressuscitação, tese contestada pelo perito responsável. A defesa também questiona a extensão de laudos médicos e um exame de raio-X que teria indicado pneumotórax.

Testemunhas de defesa e rotina do julgamento

Especialistas ouvidos na sessão apontam que o laudo médico descreve agressões como causa da morte. Os advogados de Jairinho ressaltam divergências entre laudos e a linha de apuração. O Ministério Público mantém a linha de acusação, enquanto a defesa reforça a narrativa de que eventos médicos teriam contribuído para o desfecho trágico.

A cobertura acompanha a evolução do caso, com confirmação de que o processo entra numa nova etapa de depoimentos de testemunhas de defesa. Fontes associadas ao jornal destacam a complexidade das peças periciais e a busca por esclarecimentos sobre os procedimentos durante a investigação.

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