- Cinco pessoas ficaram feridas após disparos em frente à Estação São Bento, no Centro de São Paulo, na tarde de sábado.
- Entre as vítimas está uma criança e o pai, um homem de 30 anos, que sofreu fratura no braço esquerdo e perfurações no abdômen e na coxa esquerda; ele foi encaminhado à Santa Casa.
- Passageiros relataram tumulto na região e que a Linha 1-Azul teve circulação com velocidade reduzida.
- O Metrô informou que agentes de segurança atuaram em apoio à Polícia Militar; a ocorrência teria começado na entrada da estação, mas a paralisação temporária para inspeção não foi confirmada.
Cinco pessoas ficaram feridas após disparos de arma de fogo em frente à Estação São Bento, no Centro de São Paulo, na tarde deste sábado, 30. O ocorrido ocorreu próximo à entrada da estação, envolvendo passageiros e pelo menos um motorista de transporte público.
Entre as vítimas está uma criança e o pai, um homem de 30 anos, que sofreu fratura no braço esquerdo e perfurações no abdômen e na coxa esquerda. Ele foi encaminhado à Santa Casa para atendimento médico, conforme informou o Corpo de Bombeiros.
Testemunhas nas redes sociais relatam tumulto no entorno e a circulação de trens da Linha 1-Azul com velocidade reduzida. Segundo o Metrô, a atuação de agentes de segurança ocorreu em apoio à Polícia Militar durante atendimento a uma ocorrência iniciada na entrada da estação.
Ocorrência e primeiros desdobramentos
O Metrô informou que, durante o atendimento, houve a denúncia de que um indivíduo havia acessado a via, o que levou a uma paralisação temporária da circulação para inspeção. O trecho não chegou a confirmar tal hipótese, conforme nota oficial.
Os bombeiros afirmaram que atenderam as vítimas no local e que a operação seguiu com apoio de equipes médicas. Não há confirmação oficial de motivação ou autoria no momento. O estado de saúde das vítimas não foi detalhado pela corporação.
A investigação ficará a cargo das autoridades competentes, que deverão esclarecer as circunstâncias, a motivação e os responsáveis pelo ataque. Até a publicação, não houve informações sobre prisões ou detenções relacionadas ao caso.
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