- O artista argentino Julio Le Parc morreu aos 97 anos.
- Nascido em 1928, em Mendoza, Argentina, ele era reconhecido internacionalmente como um dos principais nomes da arte cinética.
- Ao longo de mais de seis décadas, realizou experiências com luz, movimento e cor para promover novas relações entre arte e sociedade.
- Desde 2001, o meio brasileiro recebeu representatividade pela galerista Nara Roesler.
Julio Le Parc, artista plástico argentino considerado um dos principais nomes da arte cinética, faleceu aos 97 anos. Nascido em 1928, em Mendoza, sua obra ganhou reconhecimento internacional ao longo de seis décadas por Experimentações com luz, movimento e cor, buscando ampliar as relações entre arte e sociedade a partir de uma visão utópica.
Ao longo da carreira, Le Parc desenvolveu obras que enfatizam a percepção do espectador e a interação entre elemento artístico e espaço público, influenciando gerações de artistas ao redor do mundo.
Relação com o Brasil
Desde 2001, o artista era representado no Brasil pela galerista Nara Roesler, que manteve a data de sua presença no mercado nacional por meio de exposições e projetos ligados à obra do mestre argentino. Le Parc fica lembrado por consolidar uma linguagem que atravessou fronteiras, conectando arte modernista, cinética e contemporânea.
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