- O tenente-coronel Nestor da Silva morreu aos 108 anos, um dos últimos veteranos da Força Expedicionária Brasileira.
- Integrante do 11º Regimento de Infantaria da FEB, atuou em batalhas na Itália, como Gallicano, Monte Castello, Castelnuovo e Montese.
- Nascimento: Lagoa Santa, Minas Gerais, em 13 de julho de 1917; embarcou para a Europa em 1944 como 2º sargento.
- Pela atuação, recebeu a Cruz de Combate de 1ª Classe e a Medalha Sangue do Brasil; comandou 18 patrulhas em linhas inimigas.
- Após a guerra, seguiu na carreira militar até 1972, com o posto de tenente-coronel, tendo feito o Curso de Oficiais da Reserva e servido na Brigada de Infantaria Paraquedista.
- O Exército informou que restam 21 pracinhas da FEB.
O Exército Brasileiro confirmou a morte do tenente-coronel Nestor da Silva, aos 108 anos. O falecimento foi divulgado neste sábado (30). Ele era um dos últimos veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB).
Nestor da Silva integrou o 11º Regimento de Infantaria da FEB e ficou conhecido por atuar em batalhas na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Entre os combates, estavam Monte Castello, Castelnuovo e Montese.
Nascido em Lagoa Santa, Minas Gerais, em 13 de julho de 1917, ele partiu para a Europa em 1944, como 2º sargento. Contou com 18 patrulhas nas linhas inimigas e participou de ofensivas brasileiras.
Pelas ações em combate, recebeu a Cruz de Combate de 1ª Classe e a Medalha Sangue do Brasil. Após a guerra, seguiu no serviço militar até 1972, chegando ao posto de tenente-coronel.
Segundo a Casa da FEB, restam 21 pracinhas da FEB. A instituição destaca que a memória dos combatentes permanece como referência de patriotismo.
Trajetória na FEB
Nestor dedicou parte de sua carreira ao treinamento de tropas, incluindo a Brigada de Infantaria Paraquedista, onde serviu entre 1949 e 1956.
Legado
O Exército reforçou que a trajetória do veterano representa dedicação, disciplina e amor ao Brasil, servindo de exemplo para as gerações presentes.
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