- Carlos Eduardo Lins da Silva comenta, em sua coluna, o desaparecimento do site FiveThirtyEight, referência em análises de pesquisas eleitorais e modelos de previsão.
- O colunista destaca que o FiveThirtyEight funcionava como uma curadoria de pesquisas eleitorais, usando métodos estatísticos para ponderar dados e prever vencedores com acurácia.
- O site foi adquirido pela ABC, uma das três grandes redes de televisão dos Estados Unidos, e foi retirado do ar em 2025.
- O texto aponta que a ABC não mantém mais arquivos do FiveThirtyEight em seu site.
- A coluna ressalta a importância de preservar arquivos digitais, observando riscos de perda de memória histórica mesmo com avanços tecnológicos.
O desaparecimento do site FiveThirtyEight é tema de uma coluna publicada por Carlos Eduardo Lins da Silva. O texto analisa o fim do site conhecido por análes de pesquisas eleitorais e modelos de previsão.
Segundo o colunista, FiveThirtyEight foi uma referência em curadoria de pesquisas eleitorais, usando métodos estatísticos para ponderar resultados e antever cenários com boa acurácia. Ele destaca a influência no jornalismo de dados.
De acordo com a análise, o FiveThirtyEight foi adquirido pela ABC, uma das três grandes redes de televisão dos EUA. Em 2025, o site saiu do ar, segundo o texto.
A gravidade do episódio, aponta o autor, reside na perda de acesso aos arquivos. A ABC não mantém mais o acervo do FiveThirtyEight em seu site, o que agrava a dificuldade de consulta histórica.
Preservação de arquivos digitais
O colunista ressalta que a transformação de arquivos em formato digital substituiu o papel. Entretanto, essa evolução envolve riscos, já que servidores e serviços de nuvem podem sofrer falhas ou apagamentos.
Lins da Silva conclui que o incidente do FiveThirtyEight serve como alerta sobre a memória histórica. O autor enfatiza a necessidade de políticas de preservação de dados para evitar a perda de conteúdos importantes.
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