- O novo Fiat Argo chega em 2026 ao mercado brasileiro e deve figurar entre os carros mais vendidos, com preço estimado entre R$ 90 mil e R$ 120 mil.
- O nome Argo foi confirmado pela Stellantis e indica uma segunda geração, baseada na plataforma CMP e produzida em Betim (MG; pode conviver com o Argo atual no Brasil).
- As dimensões devem ficar próximas das do Grande Panda europeu: aproximadamente 4 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,60 m de altura, 2,54 m de entre-eixos e 315 litros de porta-malas.
- O visual vai trazer faróis, grade e rodas inéditos; o interior terá referências do Panda, mas com acabamento de plásticos convencionais.
- A motorização deve começar com o 1.0 Firefly aspirado flex (75 cv) e 1.3 Firefly até 107 cv, com opções mais caras mantendo o sistema híbrido leve T200 de 12 volts (116 cv) e câmbio CVT; câmbio inicial é manual de cinco marchas.
O New Fiat Argo chega em 2026 ao Brasil com foco no público que busca um carro popular, substituindo o atual Argo por uma segunda geração baseada na plataforma CMP. O modelo derivado do Grande Panda terá motorizações conhecidas da Stellantis e promete posição de destaque entre os mais vendidos, disputando espaço com o Polo.
O nome Argo já foi confirmado pela Stellantis e também adiantado pelo CEO da marca. A ideia é manter o legado do modelo sul-americano, porém com uma base completamente nova, incluindo uma plataforma compartilhada com o Citroën C3. A produção ocorrerá em Betim (MG).
Dimensões previstas se aproximam de 4 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,60 m de altura e 2,54 m de entre-eixos, com porta-malas de aproximadamente 315 litros. O Argo brasileiro manterá o foco em uso diário, priorizando espaço interno e praticidade.
Fisicamente, o hatch deverá apresentar faróis, grade e rodas redesenhados, com emblemas próprios. As linhas de carroceria devem privilegiar apelo estético suave e custos controlados, evitando ferramental caro de estamparia com nome grafado nas portas.
Internamente, o painel trará referências ao Grande Panda, mas com acabamento em plásticos convencionais, sem o mesmo acabamento ecológico presente na versão europeia. O objetivo é adequar o interior ao gosto local sem elevar o custo final.
Sob o capô, as versões de entrada usarão o 1.0 Firefly aspirado flex, com 75 cv, e câmbio manual de cinco marchas. As versões intermediárias devem receber o 1.3 Firefly, até 107 cv, com opções de câmbio manual ou CVT de sete marchas.
Nas opções mais completas, o Argo adotará o sistema T200 Hybrid, um híbrido leve de 12 V. Aqui, o motor é o 1.0 GSE turbo, recalibrado para entregar cerca de 116 cv, aliado a um motor elétrico de baixa tensão e transmissão CVT de sete marchas.
A Fiat pretende ampliar a família derivada da base CMP no Brasil, com planos para lançar três novos SUVs até 2030, incluindo uma nova geração do Pulse, um Fastback derivado e um SUV de sete lugares. A chegada do Argo pode sinalizar uma nova fase de produção local.
Além de tecnologia, o Argo trará recursos de conforto e segurança. Em versões mais caras, espera-se painel digital integrado à central multimídia, partida por botão, até seis airbags e pacotes de assistência à condução (ADAS).
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