- O júri da morte de Henry Borel, no Rio de Janeiro, entra no décimo dia e pode terminar a qualquer momento.
- Na sustentação da acusação, promotores apontaram traços de psicopatia em Jairinho e de narcisismo em Monique Medeiros.
- A defesa de Monique Medeiros sustenta que ela não sabia das agressões e era vítima de violência doméstica e psicológica de Jairinho.
- A defesa de Jairinho defende que a morte de Henry foi causada por um acidente doméstico, após depoimentos de 22 testemunhas.
- Sete jurados estão respondendo aos quesitos sobre a conduta dos acusados; o juiz poderá proferir a sentença a qualquer momento.
O júri mais longo da história do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pode encerrar a qualquer momento o caso Henry Borel. No décimo dia de julgamento, acusação e defesa apresentaram os debates finais, etapa que encerra a fase de instrução antes da decisão dos jurados.
Durante a sustentação da acusação, um promotor afirmou que o ex-vereador Jairinho apresenta traços de psicopatia. Também afirmou que Monique Medeiros tem características de narcisismo. A defesa da mãe de Henry negou que ela soubesse das agressões e afirmou que era vítima de violência doméstica e psicológica praticada por Jairinho.
A defesa de Jairinho manteve a tese de que a morte foi causada por um acidente doméstico. Os debates ocorreram após o depoimento de 22 testemunhas e o interrogatório dos réus.
Debates finais e próximos passos
Atualmente, sete jurados respondem aos quesitos sobre a conduta dos acusados. O próximo passo é a avaliação do juiz sobre a sentença, que pode ser anunciada a qualquer momento.
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