- Ex-esposa Clarice Piovesan apresentou contestação em ação envolvendo um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro, que envolve Stenio Garcia e as herdeiras Cássia e Gaya.
- Clarice afirma ocultação de patrimônio, questiona benefício da justiça gratuita e acusa o ator de manter alto padrão de vida e de receber valores de direitos autorais após sair da TV Globo.
- Ela diz que Stenio possui bens imóveis de forma indireta e teria repassado todo o patrimônio à atual esposa, Marilene Saade; também sustenta direito de usufruto do imóvel desde 1994 e contesta cobrança de R$ 5 mil mensais.
- A aposentada pede indenização de R$ 30 mil por danos morais e que o Judiciário encerre os direitos de Stenio sobre o imóvel (reconvenção).
- A defesa de Stenio questiona a autenticidade de documentos e aponta interferência de terceiros, citando áudio de imobiliária e alegando falta de boa-fé processual.
O caso envolve a disputa por um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro, entre Stenio Garcia e familiares. A ação, inicialmente entre o ator e suas herdeiras, ganhou contornos com a intervenção da ex-esposa Clarice Piovesan. A mudança ocorreu após a manifestação formal da aposentada no processo.
Clarice contesta benefícios ajuizados, questionando a extensão da justiça gratuita concedida ao ex-marido. Segundo ela, Stenio mantém alto padrão de vida e recebe direitos autorais expressivos. Alega ainda saque milionário após deixar a Globo e transmissão de bens para a atual esposa, Marilene Saade.
A defesa de Clarice sustenta direito ao usufruto da residência desde 1994, fruto de decisão anterior. Argumenta que o ex-parceiro omitiu esse fato nos papéis, para favorecer-se. Também afirma que o usufruto perdeu validade pela longa inatividade do ator.
Ela contesta a cobrança mensal de 5 mil reais pelo uso do imóvel, afirmando que o valor está acima do mercado e desconsidera a condição da propriedade. Além disso, pleiteia a extinção dos direitos de Stenio Garcia sobre o bem.
Em contrapartida, a equipe jurídica do artista apresentou argumentos técnicos para refutar as acusações. O grupo questiona a validade de documentos apresentados pela ex-companheira, destacando falhas na cadeia de custódia e a necessidade de verificação de autenticidade.
Os advogados de Stenio adotaram cautela analítica sobre o material anexado pela outra parte, sem declarar falsidade, mas sem reconhecer a legitimidade documental. A defesa também cita suposta interferência de terceiros nas investigações, mencionando áudio de uma imobiliária envolvendo ordens para não apresentar provas ao escritório.
O processo envolve ainda a atuação de terceiros do ramo imobiliário e possíveis impactos na investigação. O caso permanece sob análise do juiz responsável, que poderá definir desdobramentos futuros com base nas provas apresentadas.
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