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Homem é preso no Rio com mais de mil arquivos de abuso infantil

Polícia Civil prende homem no Rio por armazenar mais de mil arquivos de abuso infantil; perícia aponta ligação com tráfico e investigação continua

Geovan de Barros Pereira foi preso em flagrante e não ofereceu resistência
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  • Geovan de Barros Pereira foi preso em flagrante no Rio de Janeiro na terça-feira, dia dois, segundo a Polícia Civil.
  • A investigação da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima contou com cooperação internacional, que identificou atividade relacionada ao armazenamento de conteúdo ilícito envolvendo menores.
  • Em cumprimento de mandado de busca e apreensão, aparelhos celulares do suspeito foram apreendidos e, na análise, foram encontrados mais de 1.000 arquivos de abuso sexual infantojuvenil.
  • Geovan foi autuado pelo crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente e não resistiu à prisão; ele possui antecedente por tráfico de drogas.
  • As investigações continuam para apurar possíveis ligações com outras pessoas envolvidas na circulação do material criminoso.

Na investigação da DCAV (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima), um homem foi preso em flagrante no Rio de Janeiro por armazenar milhares de arquivos com cenas de abuso sexual infantojuvenil. A operação ocorreu na terça-feira (2).

As apurações tiveram apoio de cooperação internacional, com compartilhamento de informações que ajudaram a identificar o suspeito como responsável pelo armazenamento do material. A Polícia Civil representou por mandado de busca e apreensão, cumprido no endereço do investigado.

Durante a ação, foram apreendidos celulares pertencentes a Geovan de Barros Pereira. Em análise preliminar autorizada pelo Judiciário, foram encontrados mais de 1.000 arquivos com conteúdos de exploração sexual infantil. O suspeito recebeu voz de prisão pelo crime previsto no ECA.

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na tentativa de esclarecer a participação de outras pessoas na circulação do conteúdo, as investigações continuam para identificar possíveis conexões com indivíduos envolvidos no crime.

Geovan de Barros Pereira não teria resistido à abordagem e foi encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça. Além do crime de armazenamento, há registro de antecedente criminal por tráfico de drogas.

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