- O Instituto Baccarelli assumiu a gestão do Theatro Municipal de São Paulo por cinco anos, a partir de 1º de junho, substituindo a gestora anterior após perder o chamamento público de 8 de maio.
- A avaliação da comissão apontou oitenta e cinco pontos para a nova gestão e cinquenta e sete com cinco décimos para a antiga, totalizando cinquenta e sete pontos e cinco décimos.
- A vencedora ficou com 75,5 pontos, com destaque para a qualificação dos quadros dirigentes e artísticos e o desempenho técnico no conjunto dos critérios avaliados.
- A Sustenidos perdeu pontos por falhas em documentos, fragilidades na execução orçamentária, inconsistências na proposta artística e subutilização da Orquestra Sinfônica Municipal, casa oficial do Theatro.
- O CEO Edilson Ventureli afirmou ao Correio que o objetivo é ampliar a programação, com foco na ópera, fortalecer os corpos artísticos e atrair mais público ao centro de São Paulo, fortalecendo o Theatro como referência cultural do país; o Instituto Baccarelli atua há trinta anos, com origem em Heliópolis, contribuindo com formação musical para cerca de 1.650 alunos.
O Theatro Municipal de São Paulo passou a ser administrado pelo Instituto Baccarelli. A transição ocorreu na segunda-feira, 1º de junho, por um mandato de cinco anos. A Sustenidos, antiga gestora, deixou o cargo após perder o chamamento público de 8 de maio para a concorrente.
A comissão que avaliou as propostas apontou 75,5 pontos para o Instituto Baccarelli, frente a 57,5 para a Sustenidos. Segundo o edital, a nova gestora teve desempenho técnico mais consistente, com destaque para a qualificação de quadros dirigentes e artísticos.
A Sustenidos ficou sob avaliação por falhas na documentação, fragilidades na execução orçamentária e inconsistências na proposta artística. Também pesou a subutilização da Orquestra Sinfônica Municipal, casa oficial do Theatro.
Nova gestão e objetivos
O Instituto Baccarelli tem 30 anos de atuação, atua na formação musical e atende hoje 1.650 alunos. A nova gestão pretende ampliar a programação cultural, com foco especial em ópera, além de atrair mais visitantes para o centro de São Paulo.
O CEO Edilson Ventureli afirma que a transição será responsável e transparente, com diálogo entre corpos artísticos, técnicos e administrativos. O objetivo é fortalecer o Theatro como referência cultural e ampliar o acesso público.
A iniciativa busca fortalecer os corpos estáveis do Theatro e elevar a qualidade das produções, mantendo a cidade como polo cultural. A proposta é ampliar a frequência de atividades no complexo e estimular a circulação de público no centro.
Perspectivas para o centro histórico
O Instituto destaca o papel do Theatro na revitalização do centro histórico de São Paulo. A expectativa é aumentar a visitação e a circulação de paulistanos na região, fortalecendo a imagem do centro como polo cultural.
Segundo Ventureli, São Paulo já é considerada grande capital cultural no Brasil e, com a agenda ampliada, poderá atrair visitantes de outras cidades e países. A gestão pretende tornar o Theatro mais atrativo para público internacional.
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