- CPTM iniciou um projeto-piloto de pagamento de passagens via Pix em dez estações, incluindo Palmeiras-Barra Funda e Brás, na capital paulista.
- Demais estações do piloto ficam em Ribeirão Pires, Mauá, São Caetano, Santo André, Francisco Morato, Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Aeroporto-Guarulhos.
- Os testes vão até 12 de junho; a Abasp avaliará o desempenho para planejar a implantação futura em todos os terminais.
- Para usar, o passageiro escolhe a opção Pix na máquina, gera um código QR e efetua o pagamento pelo app do banco; o bilhete é emitido na catraca.
- Em fevereiro, a CPTM já havia começado a aceitar pagamentos por aproximação com cartões na catraca; o sistema de Pix é uma extensão desse movimento.
A CPTM iniciou nesta semana um projeto-piloto para pagamento de passagens via Pix em dez estações, entre elas duas na capital paulista. O teste permite comprar bilhetes em terminais de autoatendimento Top com código QR gerado pelo Pix, no sentido de facilitar o pagamento.
O primeiro grupo de estações inclui Palmeiras-Barra Funda e Brás, em São Paulo, além de Ribeirão Pires, Mauá, São Caetano, Santo André, Francisco Morato, Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Aeroporto-Guarulhos. A iniciativa envolve linhas operadas pela CPTM e pela Tic Trens (linha 7-rubi).
Os testes vão até o dia 12 de junho. A gestão do sistema de bilhetagem é feita pela Abasp, que avaliará o desempenho para planejar a implantação futura em todos os terminais do sistema ferroviário.
Desdobramentos
Para usar a opção, o passageiro escolhe Pix na máquina, que gera um QR code para pagamento pelo app do banco. Um bilhete é emitido para passagem na catraca, conforme o funcionamento informado.
Em fevereiro, a CPTM já havia iniciado piloto para pagamentos por aproximação com cartões de crédito e débito diretamente na catraca. O modelo foi ampliado para todas as catracas em abril, com 700 mil transações registradas no primeiro mês de operação.
Não foi informado se, após a fase de testes, será possível pagar a passagem com Pix diretamente na catraca. O objetivo é avaliar eficiência, segurança e experiência do usuário antes de uma possível expansão.
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