- Em média, onze cidades brasileiras declararam situação de emergência ou calamidade por dia nos últimos dez anos.
- Desde 2016, o governo federal reconheceu quarenta e dois mil seiscentos e oitenta e quatro danos climáticos e ambientais em gestões locais.
- Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul lideram as ocorrências, com setes mil quinhentos e cinquenta e seis; quatro mil seiscentos e quarenta e seis; e quatro mil trezentos e setenta e seis, respectivamente, somando quarenta e oito por cento — ou 38% — dos casos.
- O governo federal investiu treze bilhões e novecentos milhões de reais em ações de apoio aos gestores locais.
- Estiagem e seca são apontadas como principais motivos das emergências, segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Em média, 11 cidades brasileiras declararam situação de emergência ou calamidade pública por dia na última década. O governo federal registrou 42.684 reconhecimentos de danos climáticos e ambientais desde 2016, em gestões locais.
Entre os estados, Minas Gerais lidera com 7.556 ocorrências, seguido pela Bahia (4.646) e pelo Rio Grande do Sul (4.376). Juntos, somam 38% dos casos no país, indicando maior vulnerabilidade nessas regiões.
O governo federal investiu R$ 13,9 bilhões em ações para apoiar gestores locais diante das emergências climáticas, conforme levantamento do R7 Planalto com base na Lei de Acesso à Informação junto ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Entenda
Quando municípios ou estados enfrentam eventos extremos como enchentes, secas ou deslizamentos, é possível decretar situação de emergência ou estado de calamidade pública. A emergência ocorre quando a capacidade de resposta é parcialmente comprometida, requerendo apoio externo.
Já o estado de calamidade pública é declarado quando o impacto é tão grave que a resposta da administração fica seriamente limitada, exigindo medidas amplas e urgentes. Ambos os mecanismos visam mobilizar recursos e ações rápidas para restabelecer serviços essenciais.
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