- O ofício de trancista foi oficializado no Brasil, reconhecendo uma profissão ancestral e tirando-a da informalidade.
- Mulheres que atuam há anos passam a abrir salões próprios e conquistar autonomia financeira com a formalização.
- A história de Amanda Jersey Martins Pandolff, moradora do Aglomerado da Serra, ilustra a trajetória: trabalha como trancista desde os 13 anos e hoje tem credibilidade e acesso a direitos trabalhistas.
- Especialistas afirmam que o reconhecimento official contribui para inclusão social, acesso a benefícios previdenciários e condições de trabalho dignas, ajudando a reduzir a pobreza.
- A conquista é vista como vitória coletiva que valoriza a cultura afro-brasileira, fortalece profissões tradicionais e inspira outras mulheres a se profissionalizarem.
O ofício de trancista foi oficializado no Brasil, atingindo mulheres que atuam há anos na profissão, muitas na informalidade. A medida resulta de atuação de movimentos sociais, entidades e profissionais que buscavam reconhecimento e valorização dessa prática ancestral.
A oficialização traz ganhos diretos às profissionais, que passam a abrir seus salões e conquistar autonomia financeira. Além disso, a formalidade facilita acesso a direitos trabalhistas e a benefícios, promovendo inclusão econômica.
A história de Amanda Jersey Martins Pandolff, moradora do Aglomerado da Serra, ilustra o caminho. Trancista desde os 13 anos, ela viu a credencialização ampliar credibilidade e segurança, permitindo ampliar serviços e fortalecer a atuação na comunidade.
Impactos sociais da oficialização
Essa conquista vai além do reconhecimento profissional e representa emancipação feminina. Mulheres passam a ter maior autocuidado, autoestima e perspectivas de vida, com possibilidade de renda estável para as famílias.
A profissionalização favorece a inclusão social, especialmente em comunidades vulneráveis, ao valorizar saberes afro-brasileiros e expandir oportunidades no mercado formal.
Especialistas destacam que a formalização é estratégia para reduzir pobreza, ao criar condições de trabalho dignas, previdência e direitos trabalhistas para as trancistas.
A trajetória de Amanda, bem como de outras profissionais, evidencia que o reconhecimento oficial fortalece a cultura local, a economia e a autoestima de comunidades inteiras.
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