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Menino fura obra de Magritte com pinha no Israel Museum

The Castle of the Pyrenees é encaminhado ao laboratório de conservação do Israel Museum após perfuração com pinha por visitante; reparos devem levar semanas

"The Castle of the Pyrenees" a painting by famous Belgian artist Rene Magritte is seen on a wall as a laborer on a ladder prepares the Israel Museum of Jerusalem for the re-opening after a three-year, $100 million renewal on July 20, 2010. AFP PHOTO/GALI TIBBON (Photo credit should read GALI TIBBON/AFP via Getty Images)
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  • O quadro The Castle of the Pyrenees (1959), de René Magritte, foi levado ao laboratório de conservação do Israel Museum, em Jerusalém, após ser perfurado por um garoto com um pinhão antes que um guarda pudesse interferir.
  • A chefe de conservação, Sharon Tager, afirmou que os reparos devem levar várias semanas e começam tratando a base para corrigir o afundamento, seguido de restauração da tela e das camadas de tinta a óleo.
  • O museu não manteve a obra sob vidro nem acionou alarme, para preservar a experiência de contemplação; algumas peças são protegidas de outra forma.
  • A peça está no acervo do Israel Museum desde 1985, recebida por meio de doação do amigo do artista, Harry Torczyner, que acompanhava a obra desde a época.

O Castle of the Pyrenees, de René Magritte, sofreu dano acidental no Israel Museum, em Jerusalém. O quadro foi punctured por um pinecone, antes que um guarda pudesse intervir. A obra foi encaminhada para o laboratório de conservação do museu.

A peça, datada de 1959, fica em exposição no Israel Museum desde 1985. A direção do museu informou que a restauração deve levar várias semanas, com prioridade para estabilizar a tela e readequar a pintura a partir do dano.

A conservadora-chefe Sharon Tager explicou que o processo envolve a preparação da base, ajuste de empenamento e tratamento das camadas de tinta a óleo. Tager ressaltou o cuidado com o equilíbrio entre visibilidade pública e proteção da obra.

Conservação em andamento

O museu descreveu que a decisão de não manter a obra sob vidro em todas as peças visa preservar a experiência do público. Em alguns casos, utiliza vidro de alta qualidade, quase imperceptível, para evitar interferência na observação.

O quadro mostra um castelo sobre uma rocha flutuante, com céu parcialmente nublado, sobre uma costa. A obra foi encomendada por Harry Torczyner para cobrir uma visão indesejada de uma janela de escritório, segundo o acervo do museu.

Torczyner, advogado e escritor, escolheu o motivo a partir de desenhos de Magritte. A relação entre o artista e o comitente resultou na sugestão de temas, mantendo a intensidade e a expressividade pretendidas.

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