- A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu seis suspeitos de integrar uma quadrilha que furtava farmácias, principalmente durante a madrugada, mirando canetas emagrecedoras, insulinas, antibióticos e dermocosméticos importados.
- O grupo é responsável por pelo menos dezenove invasões a drogarias e estabelecimentos comerciais, com prejuízo que supera centenas de milhares de reais.
- Um dos casos ocorreu na Drogasil, em Sobradinho, em novembro de 2025, com prejuízo estimado em R$ 100 mil; outros ocorrências foram registradas na Asa Norte, Sudoeste, Arniqueira e Noroeste, incluindo uma loja da rede Pacheco com perdas entre R$ 100 mil e R$ 150 mil.
- Os mandados de prisão eram para sete investigados; até a manhã de terça-feira, seis haviam sido presos.
- As investigações visam identificar receptadores que comprariam e distribuiriam os medicamentos furtados, alertando para riscos de adquirir medicamentos sem procedência e a necessidade de armazenamento adequado.
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu seis suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furtos a farmácias no DF, na terça-feira (9/6). A operação apura pelo menos 19 invasões com prejuízos de centenas de milhares de reais.
Segundo a Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), os criminosos agiam principalmente na madrugada. Após arrombar estabelecimentos, furtavam itens de alto valor e deixavam os locais rapidamente.
Os investigadores destacam que o principal alvo eram medicamentos caros, sobretudo as canetas emagrecedoras, além de insulinas, antibióticos e dermocosméticos importados. A alta demanda favorece o comércio ilegal.
Casos e prejuízos
Entre os casos atribuídos ao grupo está o furto a uma unidade da Drogasil, em Sobradinho, em novembro de 2025, com prejuízo estimado em R$ 100 mil. Outras ocorrências ocorreram na Asa Norte, Sudoeste, Arniqueira e Noroeste.
Em uma loja da rede Pacheco, na Asa Norte, as perdas variaram entre R$ 100 mil e R$ 150 mil. Os mandados de prisão chegaram a sete investigados, sendo seis detidos até a manhã desta terça.
A polícia informou que o grupo possuía divisão de tarefas e atuava de forma coordenada. As investigações também visam identificar receptadores e distribuidores dos produtos furtados.
Pelo menos um alerta foi destacado sobre riscos da compra de medicamentos sem procedência. Itens como insulinas e canetas emagrecedoras demandam armazenamento adequado para manter a eficácia.
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