- Portaria do Ministério da Saúde oficializa a liberação de R$ 14,2 milhões para vigilância em saúde no Tocantins, beneficiando o governo estadual e 139 municípios.
- Os recursos serão aplicados em vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e de saúde do trabalhador, além de ações de vigilância em saúde bucal, indígena e mental.
- O objetivo é fortalecer a prevenção e o controle de doenças e ampliar a capacidade de resposta a emergências sanitárias.
- A portaria prevê ainda educação em saúde, mobilização social, fortalecimento da vigilância nos municípios e investimentos em infraestrutura, equipamentos e capacitação de profissionais.
- O Ministério da Saúde afirma que a medida busca dar continuidade às ações de vigilância e à promoção da saúde da população tocantinense.
O governo do Tocantins recebeu uma portaria do Ministério da Saúde que oficializa a liberação de R$ 14,2 milhões para a vigilância em saúde no estado. Os recursos beneficiarão o governo estadual e 139 municípios, com ações de prevenção e controle de doenças.
A portaria detalha que os recursos serão aplicados em vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e de saúde do trabalhador. Também serão destinados a vigilância em saúde bucal, indígena e de saúde mental.
Segundo o Ministério da Saúde, a medida integra um esforço federal para fortalecer a vigilância em saúde e ampliar a capacidade de resposta a emergências sanitárias, além de ações de prevenção de doenças.
Aplicação dos recursos
Serão realizadas ações de educação em saúde, mobilização social e fortalecimento da vigilância em saúde nos municípios, com investimentos em infraestrutura, equipamentos e capacitação de profissionais.
O secretário de Saúde do Tocantins ressaltou a importância do repasse para ampliar as ações de vigilância e garantir proteção à população. A medida também prevê continuidade de atividades essenciais de monitoramento.
O Ministério da Saúde confirma que a liberação visa manter as ações de vigilância ativas, fortalecendo a proteção coletiva contra doenças transmissíveis e não transmissíveis no estado.
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