- McDonald’s testa IA chamada Archy (ArchIQ) em drive-thrus, capaz de conversar com clientes e entender pedidos em segundos, em inglês e espanhol.
- A tecnologia fica em totens de autoatendimento e pode aplicar um pedido rápido, incluindo a opção “O pedido de sempre”.
- Testes iniciais, realizados nos Estados Unidos, mostraram alguns equívocos nos pedidos durante a demonstração anterior.
- Um gerente presente no evento afirmou que cerca de noventa por cento dos pedidos foram concluídos sem interação humana, apontando potencial impacto no emprego.
- O CEO divulgou memorando interno reforçando que a jornada do consumidor tende a ficar cada vez mais automatizada, gerando diferentes reações do público.
O McDonald’s iniciou testes de uma inteligência artificial para atender drive-thrus, chamada Archy, em algumas regiões dos Estados Unidos. A novidade permite conversar com clientes e entender pedidos em poucos segundos, podendo substituir atendentes humanos na linha de frente do atendimento. O Archy foi apresentado durante uma convenção da empresa e já opera em inglês e espanhol, com prompts pré-estabelecidos, incluindo a opção de ativar o pedido de sempre.
O sistema ArchIQ funciona como um atende-por-voz integrado aos totens de autoatendimento. Ao chegar ao totem, o consumidor pode usar um código pessoal ou seguir com um pedido padrão. Por exemplo, ao pedir um Big Mac, a IA pode oferecer acompanhamentos e molhos automaticamente, até concluir o pedido.
Na prática, o mais recente material mostra vídeos compartilhados na rede social X que demonstram o Archy operando nos totens. A tecnologia já aparece como parte de telas de autoatendimento comuns em redes de fast food, com capacidade de diálogo simples, semelhante a um chatbot.
Entretanto, o lançamento não está livre de dúvidas. Em testes anteriores, a versão exibida no estande não atendia com precisão, apresentando erros em todos os pedidos simulados.
Gerente presente na apresentação afirmou que cerca de 90% dos pedidos foram concluídos sem interação humana. Especialistas em alimentação rápida veem potencial para mudanças significativas no modelo de operação, caso a experiência se comprove eficiente em larga escala.
O debate sobre impacto no emprego persiste. Um analista ressaltou que, em cinco a dez anos, é possível ver menos pedidos intermediados por pessoas, liberando funcionários para outras funções. Ainda assim, o movimento divide opiniões entre consumidores.
O executivo-chefe da empresa já sinalizou, por memorando interno, que a jornada do consumidor tende a se tornar cada vez mais automatizada. Mesmo com falhas em 2024, o setor de fast foods imagesua caminho rumo à automação mais ampla.
Reações nas redes mostram receio de parte do público. Usuários criticam a substituição de atendentes humanos e a perda de empregos, enquanto outros aguardam a evolução tecnológica como melhoria de tempo de atendimento.
No cenário tecnológico, empresas do varejo também exploram IA aplicada ao consumidor. No Brasil, por exemplo, o Gemini da Google está sendo levado a recursos como reserva de restaurantes no Chrome, ampliando o uso de assistentes digitais no cotidiano dos usuários.
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