- Ambulância fluvial do Samu, conhecida como Ambulancha, foi invadida e furtada por seis homens encapuzados na noite de terça-feira (9), no porto de São Raimundo, zona oeste de Manaus.
- Os suspeitos levaram a lancha e os equipamentos de saúde presentes no interior, e conduziram a embarcação até o meio do rio, dividindo-se entre uma segunda embarcação que já os aguardava.
- A Secretaria Municipal de Saúde registrou boletim de ocorrência e as autoridades policiais, com apoio da Guarda Municipal de Manaus, iniciaram as apurações.
- A prefeitura lamentou o crime, ressaltando que afeta pessoas em situação crítica de saúde que dependem do socorro do Samu.
- A Ambulancha atua há vinte anos atendendo mais de quarenta comunidades ribeirinhas dos rios Negro e Amazonas, com deslocamentos que variam de uma hora e meia a até seis horas.
A ambulância fluvial do Samu, conhecida como Ambulancha, foi invadida e furtada por seis homens encapuzados na noite de terça-feira (9). O fato ocorreu no porto de São Raimundo, na zona Oeste de Manaus, onde fica a Base Fluvial do serviço médico. Os suspeitos levaram a lancha e os equipamentos de saúde.
Segundo a prefeitura, a embarcação estava ancorada quando foi abordada pelos seis homens. Eles conduziram a Ambulancha até o meio do rio e, após se dividirem, seguiram em direções opostas em duas embarcações já posicionadas.
A Semsa registrou boletim de ocorrência. Nesta quarta-feira (10), autoridades policiais com apoio da Guarda Municipal iniciaram as apurações do caso. A gestão municipal afirmou que condena o crime e ressalta que atinge pacientes em situação crítica.
Desdobramentos
A Polícia Civil investiga o caso com apoio da Guarda Municipal. Não há confirmação oficial sobre o paradeiro da embarcação nem dos equipamentos. As investigações continuam para identificar os autores.
Sobre a Ambulancha
A Ambulancha atua há 20 anos, atendendo mais de 40 comunidades ribeirinhas nos rios Negro e Amazonas, onde o deslocamento por via fluvial é essencial. O serviço também atende áreas remotas onde o acesso é pela água, com tempos médios de resposta de até seis horas em deslocamentos longos.
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