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Reviravolta em caso de pai que tirou a vida da filha de 12 anos

Tio revela versão contrária; pai afirma ter tirado a vida da filha de 12 anos por causa de conversas nas redes, caso segue sob investigação

Tio trouxe nova revelação após pai tirar a vida da filha
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  • Em Cuiabá, Mato Grosso, a filha de 12 anos, Olga Beatriz Santos da Silva, foi morta pelo pai, Claudinei Silva, de 42 anos, após retorno de uma festa no domingo, 7.
  • A mãe da menina encontrou Olga Beatriz desacordada com sinais de violência e a levou a uma unidade de pronto atendimento, onde ocorreu o óbito. Claudinei se entregou à polícia e foi preso em flagrante, convertido em prisão preventiva na segunda-feira, 8.
  • A nova versão apresentada pelo pai, de que teria visto conversas da filha com um garoto nas redes sociais, é alvo de investigação pela polícia civil.
  • O tio materno da menina contesta essa versão, afirmando que Olga Beatriz não tinha celular e que Claudinei seria analfabeto, o que dificultaria ler ou entender mensagens.
  • O caso segue sob investigação para apurar a motivação real do crime, incluindo se houve outras possíveis causas para o episódio.

O caso de Cuiabá, Mato Grosso, recebeu uma reviravolta após a prisão do pai de uma menina de 12 anos. Olga Beatriz Santos da Silva foi encontrada sem vida em casa após o retorno dela e do pai de uma festa na residência do avô paterno. Claudinei Silva, de 42 anos, é apontado como autor do crime, ocorrido no último domingo.

A mãe da vítima, separada de Claudinei, encontrou Olga Beatriz já sem sinais vitais quando entrou na casa para buscá-la. O homem fugiu ao perceber a aproximação da filha e de outros familiares. A Polícia Civil investiga o caso, que teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na segunda-feira.

Segundo relatos iniciais, Claudinei afirmou ter consumido bebida alcoólica e ter pego o celular da filha para ver conversas nas redes sociais. O delegado responsável afirmou que o homem relatou ter esganado a criança durante desentendimento que teria ocorrido após a filha conversar com um garoto.

Entretanto, o tio materno da menina contestou a versão apresentada pelo pai. Ele disse que Olga Beatriz não possuía celular, que Claudinei é analfabeto e não teria condições de compreender qualquer diálogo entre a filha e terceiros. O familiar também mencionou comportamentos preocupantes do pai no passado.

A investigação segue para esclarecer a motivação real do episódio, incluindo se houve ou não a suposta conversa envolvendo a filha e alguém pelas redes sociais. A polícia trabalha com diferentes linhas para entender o que levou ao crime.

A apuração também busca confirmar detalhes sobre o histórico familiar e eventuais fatores que possam ter contribuído para o ocorrido. Não há conclusão oficial sobre a motivação neste momento, e as informações continuam em apuração pelas autoridades.

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