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Helicópteros que colidiram no Rio não tinham autorização para táxi-aéreo

Helicópteros que tombaram no Rio não tinham autorização para táxi-aéreo, aponta Anac, aumentando alerta sobre voos clandestinos e riscos de mortos.

Helicóptero que caiu no Rio não tinha autorização para táxi-aéreo
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  • Dois helicópteros que chocaram no Rio de Janeiro deixaram seis mortos e não tinham autorização para transporte de táxi-aéreo junto à Anac.
  • Matrículas confirmadas pela FAB aparecem como “não autorizadas” para o tipo de transporte na plataforma Voe Seguro.
  • A Anac utiliza uma alerta de denúncias para táxi-aéreo clandestino, destacando risco de voos inseguros e morte.
  • O Cenipa vai investigar as causas do acidente a partir de informações coletadas no local das quedas.
  • A Anac pediu que passageiros verifiquem a autorização da aeronave antes de embarcar e rechaçou o transporte ilegal como crime que coloca vidas em risco.

Os dois helicópteros que se envolveram numa batida no ar no Rio de Janeiro, neste domingo (14), não tinham autorização para transporte de táxi-aéreo. A confirmação veio da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), com base em matrículas verificadas pela FAB (Força Aérea Brasileira). O acidente deixou seis mortos.

Segundo a FAB, as aeronaves estavam registradas com códigos que indicam status de não autorizado para esse tipo de serviço. A verificação foi realizada pela plataforma Voe Seguro, que aponta as matrículas como não autorizadas para o transporte de passageiros. A situação acende alerta sobre a legalidade de voos comerciais não regulamentados.

A Anac informou, por meio de nota ao R7, que lamenta as vítimas e orienta passageiros a confirmarem a autorização da aeronave antes de viajar. A agência destacou que o transporte ilegal de passageiros é crime e coloca vidas em risco. A plataforma também registra denúncias de táxi-aéreo clandestino.

Autorização e riscos

A apuração sobre as condições das aeronaves envolve o Cenipa, que deve esclarecer as causas do acidente. Investigadores já estiveram no local para coletar informações sobre o que motivou a queda de uma das aeronaves, enquanto outra explosão foi relatada.

A Anac ressalta a importância de conferir, junto às autoridades, a autorização específica para o serviço de táxi-aéreo antes de cada embarque. O Cenipa deve consolidar dados para identificar fatores contributivos e prevenir ocorrências futuras.

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