- A megaoperação contra caça ilegal de animais silvestres e comércio de armas resultou em 23 prisões temporárias no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, até o momento, com outros alvos foragidos.
- Ao todo, foram cumpridas 63 ordens judiciais, sendo 31 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão, com apoio de mais de 150 policiais.
- A operação contou com o suporte do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Água e Terra (IAT).
- As investigações começaram em julho de 2025, a partir de uma denúncia anônima sobre comércio de armas em grupo de mensagens.
- Entre os animais encontrados havia veado-catingueiro, cotia e paca; 15 cães foram resgatados com cicatrizes e magreza extrema, em casos de maus-tratos ligados à caça.
Um grupo suspeito de caça ilegal de animais silvestres e comércio de armas de fogo foi alvo de uma megaoperação da Polícia Civil do Paraná nesta terça-feira (16). Ao todo, 23 pessoas foram presas temporariamente, e outros alvos permanecem foragidos.
Ao todo, foram cumpridas 63 ordens judiciais nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, sendo 31 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão. Mais de 150 policiais participaram da ofensiva, com apoio do ICMBio e do IAT.
A investigação teve início em julho de 2025, após denúncia anônima sobre comércio de armas em grupos de mensagens. Delegado Guilherme Dias informou que, além da venda de armamentos, o grupo divulgava fotos e vídeos de caça ilegal.
Operação e balanço
Dentro das plataformas, agentes identificaram caçadores exibindo animais silvestres mortos, como veado-catingueiro, cotia e paca. A ação também apontou uso de cães para fins de caça.
Durante as diligências, 15 cães foram resgatados. Os animais apareceram com sinais de maus-tratos, incluindo traços de privação de alimento e outras condições que comprometeram seu bem-estar.
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