- A prefeitura de Limeira abriu um buraco para impedir o acesso à ponte do Esqueleto, onde ocorreu o incidente fatal.
- A intervenção ocorreu na quarta-feira (17) e isolou uma das entradas da ponte, em apoio a pedido do Governo Federal.
- Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, morreu após ser lançada sem cordas de segurança durante salto de rope jump.
- Três funcionários da empresa responsável pelo salto estão presos preventivamente em Guarulhos; o Tribunal de Justiça analisa habeas corpus de dois deles.
- A ação busca ampliar a proteção do espaço até a adoção de medidas definitivas.
O que aconteceu: a prefeitura de Limeira (SP) abriu um buraco para impedir o acesso à Ponte do Esqueleto, após a morte de uma jovem lançada de um salto de rope jump sem cordas de segurança. A ação ocorreu na quarta-feira (17) e tem o objetivo de ampliar a proteção do espaço até que medidas definitivas sejam adotadas.
Quem está envolvido: a intervenção é realizada pela prefeitura de Limeira em apoio ao Governo Federal, controlador da estrutura da ponte. Três funcionários da empresa responsável pelo salto permanecem presos preventivamente em Guarulhos, na Grande São Paulo, enquanto o tribunal analisa habeas corpus de dois deles.
Quando e onde aconteceu: o incidente ocorreu no fim de semana anterior à quarta-feira (17). A ponte fica em Limeira, interior de São Paulo, e a detenção ocorreu em Guarulhos, outra cidade da região metropolitana.
Por que houve a intervenção: a medida busca reforçar a proteção do espaço da ponte até a adoção de medidas definitivas pela administração responsável pela estrutura, segundo informações divulgadas pela prefeitura. O objetivo é evitar novos acessos não autorizados e melhorar a segurança do local.
Detalhes adicionais: Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, morreu após ser lançada no salto sem as cordas de segurança. As investigações seguem em andamento, com a análise de documentos e depoimentos para esclarecer as circunstâncias do acidente e definir responsabilidades.
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