- Cristovão Tezza é o vencedor do Prêmio Machado de Assis 2026, da Academia Brasileira de Letras, e recebe R$ 100 mil na cerimônia de 23 de julho, em comemoração aos 129 anos da ABL.
- A honraria reconhece o conjunto da obra do escritor, autor de O Filho Eterno e de mais de vinte obras de ficção com traduções para vários países.
- Entre seus romances de destaque estão Trapo, A Suavidade do Vento, Juliano Pavollini, Breve Espaço Entre Cor e Sombra e O Fotógrafo; o mais recente livro é Visita Ao Pai, pela Companhia das Letras.
- Nos últimos anos, Tezza tem produzido obras que retratam a elite intelectual do Brasil, como Um Erro Emocional, O Professor e A Tradutora, este último em 2017 (segundo lugar no Prêmio Jabuti de romance).
- Além dele, foram anunciados outros vencedores e homenageados do Prêmio Machado de Assis 2026: Maria Amélia Mello (medalha Joaquim Nabuco), Rogerio Faria Tavares e Gilberto Schwartsmann (medalha Rachel de Queiroz), Heloisa Starling (medalha João Ribeiro) e Petronilha Gonçalves e Silva (medalha Francisco Alves).
Cristovão Tezza é o vencedor do Prêmio Machado de Assis 2026, atribuído pela Academia Brasileira de Letras (ABL). O prêmio, no valor de R$ 100 mil, será entregue em 23 de julho, durante a cerimônia de comemoração dos 129 anos da ABL.
A obra do autor de O Filho Eterno tem sido reconhecida pela crítica por retratar a elite intelectual brasileira. Entre os títulos citados estão Um Erro Emocional, O Professor e A Tradutora, que marcaram sua produção recente.
Ao longo da carreira, Tezza publicou mais de 20 obras de ficção, com traduções para diversos países. Entre seus romances de destaque estão Trapo, A Suavidade do Vento, Juliano Pavollini, Breve Espaço Entre Cor e Sombra e O Fotógrafo.
Seu romance O Filho Eterno ganhou adaptações para cinema e teatro, recebendo diversos prêmios no Brasil, como Jabuti, Oceanos, Zaffari-Bourbon, Bravo!, APCA e São Paulo de Literatura. Seu mais recente livro é Visita Ao Pai, pela Companhia das Letras.
Outros vencedores do Prêmio Machado de Assis 2026
Maria Amélia Mello, reconhecida como editora, jornalista e poeta, foi indicada à medalha Joaquim Nabuco, com a FIRJAN. Ela é lembrada pela atuação na descoberta de grandes autores.
A medalha Rachel de Queiroz ficou com o jornalista e advogado Rogerio Faria Tavares e com o médico Gilberto Schwartsmann, em reconhecimento a serviços prestados à Academia.
A medalha João Ribeiro será entregue à historiadora Heloisa Starling, pela contribuição no estudo da língua.
A medalha Francisco Alves foi destinada à educadora Petronilha Gonçalves e Silva, por trabalhos relevantes sobre educação no Brasil.
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