- Na quarta-feira, 17, a ação da Polícia Civil de Minas Gerais combateu o abate irregular em Entre Rios de Minas e São Brás do Suaçuí, a cerca de 100 km de Belo Horizonte.
- Foram resgatados 195 suínos mantidos em maus-tratos e encaminhados para os cuidados do município de São Brás do Suaçuí; eles não poderão ser abatidos.
- O proprietário do imóvel não foi localizado e será alvo de investigação; equipamentos usados na prática ilegal foram recolhidos.
- Na área urbana de Entre Rios de Minas, três açougues tiveram atividades suspensas e carnes armazenadas de forma inadequada foram descartadas pela Vigilância Sanitária.
- Dois suspeitos foram presos em flagrante por infrações ligadas às relações de consumo e encaminhados ao sistema prisional; investigações devem identificar outros envolvidos.
Uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) combateu o abate irregular de animais e a venda de produtos de origem animal inadequados para consumo. O alvo foi uma prática criminosa que envolvia locais de abate clandestino e açougues com irregularidades, em Entre Rios de Minas e São Brás do Suaçuí, região Campo das Vertentes, a cerca de 100 km de Belo Horizonte. A ação ocorreu na quarta-feira passada (17).
Na ofensiva, a força-tarefa reuniu policiais civis de cidades vizinhas, peritos, médicos-veternários, o BPMA e Vigilâncias Sanitárias municipais. O objetivo era cumprir mandados judiciais ligados a estabelecimentos suspeitos de atuar de forma irregular e de interditar atividades.
Desdobramentos da operação
Um imóvel utilizado para o abate clandestino abrigava 195 suínos em condições de maus-tratos. Por decisão judicial, os animais foram removidos para o cuidado do município de São Brás do Suaçuí, sem possibilidade de abate. Equipamentos relacionados à prática ilegal também foram apreendidos.
Na parte urbana de Entre Rios de Minas, três açougues tiveram atividades suspensas. Em um local, fiscais encontraram carnes armazenadas inadequadamente, que foram descartadas pela Vigilância Sanitária. Uma mulher e um homem foram presos em flagrante por infrações ligadas às relações de consumo.
Os presos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e apurar responsabilidades nas esferas criminal, ambiental e sanitária.
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