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Assessor parlamentar é suspeito de fingir ser terapeuta de crianças

Assessor parlamentar é suspeito de atender crianças como terapeuta ocupacional sem habilitação, em clínica irregular sem alvará, levantando riscos à segurança

Assessor parlamentar é suspeito de fingir ser terapeuta de crianças
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  • Assessor parlamentar de 54 anos é suspeito de se apresentar como terapeuta ocupacional e atender crianças com TEA sem formação, em clínica irregular em Cuiabá.
  • Identificado como Marcos Roberto Alves Dantas, atua como secretário parlamentar de deputada federal pelo município.
  • Operação realizada em 18/6 pela Polícia Civil, pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e pela Vigilância Sanitária Municipal, após denúncia ao conselho.
  • Clínica funcionava em imóvel residencial, sem alvará sanitário e sem autorizações obrigatórias; havia indícios de estrutura inadequada para atendimentos infantis.
  • Foi lavrado termo de notificação para regularização; há indícios de que parte dos atendimentos possa ter sido custeada por decisões judiciais; apuração envolve possível exercício ilegal da profissão e uso de documento falso.

Um assessor parlamentar de 54 anos é suspeito de atuar como terapeuta ocupacional para crianças com TEA sem habilitação, em Cuiabá (MT). A denúncia levou a uma operação conjunta da Polícia Civil, do Crefito-9 e da Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá, na última quinta-feira (18/6).

Segundo a investigação, o homem, identificado como Marcos Roberto Alves Dantas, exercia a atividade em uma clínica improvisada dentro de um imóvel residencial no bairro Altos do Coxipó. Não havia registro profissional nem formação compatível com a prática.

A fiscalização verificou ausência de alvará sanitário e de autorizações obrigatórias, além de indícios de estrutura inadequada para atendimentos infantis. Foi lavrado termo de notificação para regularização, com documentos de atendimentos apreendidos e nota fiscal de 15 mil reais.

Desdobramentos e apuração

A Decon investiga a possível relação entre atendimentos realizados e pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam custeio pelo poder público. A hipótese será apurada ao longo das diligências.

O delegado Rogério Ferreira ressaltou a atuação integrada dos órgãos de fiscalização. O caso envolve exercício ilegal da profissão e possíveis crimes ligados a documentos falsos ou outras infrações que venham a aparecer During as investigações.

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