- Nos últimos trinta dias, ocorreram três incidentes graves na linha 1-azul do Metrô de São Paulo.
- No dia quinze, uma passageira foi agredida na estação Parada Inglesa e teve o maxilar quebrado.
- No dia um, houve detenção de homem que quebrou vidros de um vagão na estação Paraíso; dois dias depois houve tiroteio na entrada da estação São Bento pela rua Boa Vista.
- Seis pessoas ficaram feridas; houve tentativa de assalto a um policial civil de folga, com troca de tiros.
- O sistema conta com aproximadamente 1.050 agentes de segurança e câmeras em todo o complexo; o coronel Eduardo Agrella afirma que o cenário está sob controle, embora os episódios tenham sido episódicos.
O Metrô de São Paulo viveu uma sequência de episódios violentos em menos de um mês, todos concentrados na linha 1-azul. Entre o fim de maio e o meio de junho, ocorreram três incidentes de gravidade considerável. Autoridades afirmam que os episódios foram isolados, dentro de um quadro de vigilância constante.
Segundo o comando da segurança, o sistema atende cerca de 3,1 milhões de passageiros todos os dias e mantém ação de monitoramento permanente. Os ocorridos, embora graves, teriam acontecido de forma pontual e ainda estão sob avaliação institucional. Não houve mudança no verificado padrão de atuação.
O Metrô contabiliza hoje 1.050 agentes de segurança, entre uniformizados e à paisana, além de policiais militares que atuam nos horários de folga. A corporação sustenta que o serviço segue controlado e que os autores dos casos já foram identificados ou detidos.
Incidentes recentes na linha 1-azul
No dia 15, uma mulher foi agredida por um homem na estação Parada Inglesa, resultando na quebra do maxilar. No dia 1º, um indivíduo quebrou vidros de um vagão na Paraíso. Dois dias antes, houve um tiroteio na entrada da estação São Bento, com troca de tiros envolvendo uma equipe policial civil de folga.
Desdobramentos e atuação das forças de segurança
Os casos ocorreram em horários de maior movimento, quando os vagões ficam lotados. Em média, as ocorrências são monitoradas por meio de 33 ocorrências registradas no período recente, com maior foco em furtos e importunação sexual. Cinco mil câmeras ajudam na identificação de ações irregulares.
O Centro de Controle Operacional (CCO) acompanha com um painel de 36 metros e 90 telas de alta definição. Em grande parte dos casos, os suspeitos são detidos e os bens, recuperados. A cartilha de conduta orienta guarda e acolhimento a vítimas de assédio.
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