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Irmã de Juliana Marins relembra um ano da morte de jovem em acidente no vulcão indonésio

Irmã relembra um ano da morte de Juliana Marins após queda na trilha Cemara Nunggal, Monte Rinjani; resgate longo e fechamento temporário do parque

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • Mariana Marins, irmã de Juliana Marins, relembra o primeiro ano após a morte da jovem ocorrida durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia.
  • Juliana caiu de um penhasco no trecho Cemara Nunggal, em área de alta periculosidade, a uma altitude superior a 2.600 metros.
  • As buscas envolveram seis equipes especializadas e duas aeronaves durante quatro dias; o corpo foi encontrado na encosta, içado e repatriado ao Brasil, e o parque foi fechado temporariamente.
  • Mariana mencionou que, exatamente às 21h30 do dia 20 de junho, recebeu a notícia e continua sentindo vontade de falar com a irmã sobre o dia a dia.
  • A prefeitura de Niterói batizou o mirante e a trilha da Praia do Sossego, em Camboinhas, com o nome Juliana, em homenagem à jovem.

A irmã de Juliana Marins relembra a morte ocorrida durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, há um ano. A jovem de 26 anos caiu de um penhasco na área de Cemara Nunggal, a mais de 2.600 metros de altitude, durante a caminhada.

Mariana Marins afirmou, em redes sociais, que o momento de saber da tragédia ficou marcado. Ela relatou que, no dia 20 de junho, por volta das 21h30, recebeu a notícia de uma turista que passava pelo vulcão e soube do ocorrido com a irmã.

As condições do local complicaram o resgate, com baixa visibilidade e terreno irregular. Seis equipes especializadas e duas aeronaves atuaram por quatro dias para localizar Juliana, cujo corpo foi içado e repatriado ao Brasil. O parque foi temporariamente fechado.

A morte gerou mobilização nas redes sociais no Brasil e levou a uma homenagem pública semanas depois. A Prefeitura de Niterói batizou o mirante e a trilha da Praia do Sossego, em Camboinhas, com o nome Juliana, em reconhecimento à jovem.

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