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Polícia prende mais três suspeitos pela morte de jovem em salto sem corda

Novas prisões ampliam a apuração da morte de Maria Eduarda em rope jump; autoridades apontam ocultação de provas e busca pela câmera Go Pro desaparecida

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • A Polícia Civil de Limeira prendeu mais três suspeitos ligados à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, ocorrida em 13 de junho durante rope jump na Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis.
  • Os três primeiros detidos eram instrutores que efetuaram o lançamento da vítima; permanecem sob custódia, com habeas corpus negado.
  • Os novos suspeitos integram a equipe que organizava a atividade; entre eles está Evelyne dos Santos Gonçalves, de 29 anos, ligada à empresa informal Entrecordas (detida no Rio de Janeiro), além de dois homens localizados em Limeira e Indaiatuba.
  • A delegada Andrea Levy informou que há evidências de ocultação de provas, incluindo o paradeiro da câmera Go Pro da vítima, que sumiu, e indícios de conteúdos digitais apagados.
  • A Justiça autorizou buscas por celulares e equipamentos eletrônicos para a coleta de mais informações, enquanto a família da vítima permanece em luto.

A Polícia Civil de Limeira, interior de São Paulo, prendeu mais três suspeitos na noite de sábado (20) ligados à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A vítima caiu de aproximadamente 27 metros sem o equipamento de segurança durante a prática de rope jump na Ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no dia 13 de junho. No mesmo dia, três instrutores já tinham sido detidos.

Os novos detidos pertenciam à equipe que organizava e executava a atividade de rope jump. Entre eles está Evelyne dos Santos Gonçalves, de 29 anos, responsável pela empresa informal Entrecordas, com atuação no Rio de Janeiro. Dois homens, de 25 e 27 anos, foram localizados em Limeira e Indaiatuba, respectivamente.

A investigação aponta que houve ocultação de provas, incluindo o paradeiro da câmera Go Pro de Maria Eduarda, que desapareceu após a queda. Investigadores também apuram possível exclusão de conteúdos digitais relevantes. Mandados de busca e apreensão foram autorizados para celulares e equipamentos eletrônicos.

Avanços no caso e próximos passos

A delegada Andréa Levy confirmou as novas prisões e ressaltou que as investigações visam esclarecer todas as circunstâncias do incidente e a participação de cada envolvido. A câmera e conteúdos digitais devem colaborar para entender a dinâmica do salto e eventual contribuição de outros fatores.

Familiares da vítima manifestaram o abalo causado pela perda e aguardam desfechos que apurem responsabilidades. As apurações continuam, com foco em consolidar provas acerca de condutas durante a atividade e possíveis irregularidades na organização do evento.

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