- Criminosos armados invadiram um escritório de advocacia na Rua Padre Chagas, no bairro Moinhos de Vento, por volta das 20h de 14 de janeiro, rendendo funcionários e o porteiro.
- Seis reféns foram amarrados dentro do estabelecimento durante o crime, que contou com o uso de um veículo com placas adulteradas para despistar a polícia.
- Celulares, joias diversas e lingotes de ouro puro foram subtraídos, totalizando um prejuízo estimado em R$ 524 mil.
- A denúncia, apresentada pela promotora de Justiça Cláudia Regina Lenz Rosa, busca punir os responsáveis diretos pelo crime e desarticular a rede de apoio que viabilizou o assalto.
- A investigação aponta planejamento prévio, levantamento de rotas e do fluxo do local como etapas da ação.
Seis pessoas foram mantidas como reféns durante o roubo a um escritório de advocacia no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. O crime ocorreu na noite de 14 de janeiro, por volta das 20h, na Rua Padre Chagas. Criminosos armados renderam funcionários e o porteiro do edifício.
A ação foi planejada com antecedência, incluindo levantamento das rotas e do fluxo do local. Um veículo com placas adulteradas foi utilizado para dificultar a ação policial e facilitar a fuga dos suspeitos.
Sob constante ameaça, as vítimas foram amarradas dentro do escritório enquanto os criminosos levavam bens de valor, como celulares, joias e lingotes de ouro puro. O prejuízo estimado chegou a R$ 524 mil.
A denúncia, apresentada pela promotora de Justiça Cláudia Regina Lenz Rosa, aponta a prática de roubo majorado pela violência e pela restrição da liberdade das vítimas. O objetivo é responsabilizar os autores diretos e desarticular a rede de apoio ao crime.
Novos desdobramentos mostram a identificação de parte da rota de fuga e do destino do material roubado. A ação busca garantir a punição dos envolvidos e esclarecer o funcionamento da organização que planejou o assalto na capital gaúcha.
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