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Justiça condena mulher por envenenamento de crianças com ovo de Páscoa no MA

Justiça condena mulher a 66 anos de prisão em regime fechado por envenenamento de duas crianças com ovo de Páscoa em Imperatriz, motivado por ciúmes

Acusada de envenenar ovos de páscoa que mataram duas crianças é condenada em júri no MA — Foto: Reprodução/Montagem g1
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  • A Justiça condenou Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado, nesta terça-feira (23), pela morte de duas crianças em Imperatriz, no Maranhão.
  • As vítimas, de 7 e 13 anos, comeram ovos de Páscoa contaminados com chumbinho; a mãe das crianças também foi envenenada, mas sobreviveu.
  • A edição do crime teria sido premeditada, motivada por ciúmes e vingança, já que Jordélia era ex-namorada do companheiro da mãe das crianças.
  • A Justiça manteve a prisão preventiva, negou o direito de recorrer em liberdade e determinou indenização por danos morais aos familiares.
  • Segundo investigações, Jordélia enviou o ovo com bilhete acompanhado de um motoboy; ela admitiu ter comprado o ovo, mas negou ter envenenado, versão descartada pela Justiça.

Jordélia Pereira Barbosa foi condenada a 66 anos de prisão, em regime fechado, nesta terça-feira (23). Ela foi julgada pelo envenenamento e morte de duas crianças em Imperatriz, no Maranhão, com ovos de Páscoa contaminados. A mãe das vítimas também foi envenenada, mas sobreviveu.

Segundo a Justiça, o crime teve motivação de ciúmes e vingança. Jordélia era ex-namorada do companheiro da mãe das crianças e enviou o ovo envenenado para a família, em uma ação premeditada.

Durante o julgamento, ficou demonstrado que o alimento continha chumbinho, um pesticida proibido para uso doméstico. O ovo foi enviado com um bilhete: “Com amor para Mirian Lira. Feliz Páscoa!!!”.

Detalhes do caso

A Justiça manteve a prisão preventiva e negou o direito de recorrer em liberdade. A indenização por danos morais foi estabelecida às vítimas e aos familiares.

Investigações e autoria

A denúncia partiu do Ministério Público do Maranhão e foi aceita pela 3ª Vara Criminal de Imperatriz. A 8ª Promotoria apontou que Jordélia viajou de Santa Inês a Imperatriz, ficou em hotel com nome falso e contratou um motoboy para a entrega.

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