- Vigilantes do Distrito Federal realizam, nesta terça-feira, 23/6, assembleia geral às 19h30 na rampa dos vigilantes, no Conic (Setor de Diversões Sul).
- A reunião decide sobre o início imediato de greve geral na segurança privada da capital, após meses de impasse nas negociações da convenção coletiva.
- Na última assembleia, trabalhadores rejeitaram reajuste de 3,9% a partir de 1º de setembro, sem retroativo, mantendo a data-base de janeiro.
- Também há resistência à gestão proposta pelas empresas do plano de saúde dos trabalhadores.
- Caso a greve seja ratificada, postos do DF podem paralisar; porém acordos coletivos isolados ainda podem ser fechados, com retorno às funções se a empresa aceitar as exigências.
Na noite desta terça-feira (23/6), vigilantes do Distrito Federal realizam uma assembleia geral decisiva. O encontro acontece a partir das 19h30, na rampa dos vigilantes, no Conic (Setor de Diversões Sul). A pauta envolve o possível início imediato de greve na segurança privada da capital.
A decisão ocorre após meses de impasse nas negociações da convenção coletiva de trabalho. Em assembleia anterior, a categoria rejeitou a proposta de reajuste de 3,9% a partir de 1º de setembro, sem retroativo, data-base de janeiro. A partir das 19h30 de hoje, nova deliberação pode deflagrar a greve.
O clima de insatisfação aumenta devido à reiteração da proposta pelo Sindicato Patronal, que mantém o reajuste de 3,9% sem compensar perdas do início de 2026. Além disso, há resistência à gestão do plano de saúde dos trabalhadores, ponto citado pela categoria.
Caso a greve seja ratificada, a orientação do sindicato é que todos os postos no DF paralizem as atividades. A assembleia também允许 a possibilidade de acordos coletivos isolados, permitindo que empresas que aceitarem as exigências dos vigilantes atuem com trabalhadores em atividade.
A categoria já deixou claro que não descarta negociações setoriais, desde que haja avanços consistentes. A decisão de hoje deve impactar o funcionamento de serviços de segurança privada na capital, caso a paralisação seja iniciada.
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