- Residência dos anos sessenta, no Pacaembu, em São Paulo, foi reinterpretada pelo SP Estúdio para acolher uma família de sete pessoas, preservando elementos originais como o teto de pinho de riga e tijolos aparentes.
- O pavimento superior ganhou seis suítes, transformando os quatro quartos originais, com acesso por uma nova escada externa que liga ao deck social.
- O deck social, revestido de cumaru, conecta-se diretamente à área de lazer no piso inferior, permitindo fluxo de convidados sem passar pela área íntima.
- As paredes de tijolo aparente foram restauradas, mantendo a estante de alvenaria e o mobiliário como parte da curadoria que mistura peças da família e clássicos do design.
- A área de lazer inclui banco Mocho e banquetas Iaiá, além de uma praça interna com piso intertravado, jacuzzi e lareira para encontros familiares.
A residência construída na década de 1960, no Pacaembu, em São Paulo, ganhou ampliação de espaços e uma praça particular. O projeto, assinado pelo SP Estúdio, adaptou o imóvel para acolher uma família de sete pessoas, preservando o teto de pinho de riga, tijolos aparentes e o mobiliário modernista. A ideia foi respeitar a arquitetura original e valorizar seus elementos construtivos.
A transformação mais expressiva ocorreu no pavimento superior, onde quatro quartos foram reorganizados em seis suítes. Uma nova escada externa conecta o deck social de cumaru à área de lazer no piso inferior, permitindo circulação de convidados sem atravessar as áreas íntimas.
Na área de convivência, paredes de tijolos aparentes e a estante de alvenaria foram restauradas. O mobiliário mescla peças da família com clássicos do design nacional e internacional, preservando a linguagem do tempo. A casa também ganhou infraestrutura para encontros, com jacuzzi, lareira e mobiliário flexível que reforçam o foco em momentos coletivos.
A área de lazer foi redesenhada para funcionar como uma praça interna. No piso inferior, a mesa de bilhar passa a ser o elemento central de convívio entre os filhos, reforçando a vocação de a casa servir de porto seguro para memórias e encontros, em sintonia com o espírito modernista original.
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