- Fiat Toro foi campeã do Qual Comprar 2026 no critério de custo entre picapes intermediárias, agora com o sistema híbrido leve de 48 volts na linha 2027.
- A faixa de preço indicada vai de R$ 167.490 a R$ 238.490, com a versão sugerida Volcano TD450 4×4.
- O conjunto de motor inclui o 1.3 turbo de 176 cv e, na opção turbodiesel, o 2.2 de 200 cv com tração 4×4; câmbio disponível em AT6 ou AT9.
- Pontos positivos: híbrido que favorece consumo, variedade de motorizações e custo de manutenção/peças entre os mais baixos. Pontos negativos: desvalorização acima da média e caçamba pequena.
- No ranking, a Chevrolet Montana se destaca pela menor desvalorização e pacote de revisões mais barato; a Renault Oroch está próxima de sair de linha; a Ford Maverick tem peças mais caras, apesar de boa dirigibilidade.
O Fiat Toro é apontado como a picape intermediária de melhor custo no Qual Comprar 2026, com a linha 2027 recebendo um sistema híbrido leve de 48 volts. O modelo lidera as avaliações pela terceira vez, superando a Chevrolet Montana e a Ford Maverick. O ranking considerou preço de compra, custos pós-venda, desvalorização, equipamentos e adequação ao segmento.
A Toro passou por atualização em 2025 e ganhou o conjunto híbrido leve. Mantém o motor 1.3 turbo com 176 cv e oferece uma opção turbodiesel 2.2 de 200 cv com tração 4×4. A versão Volcano traz recursos como alerta de colisão, frenagem automática, assistente de faixa, central de 10,1” e carregador sem fio.
Detalhes da liderança
A linha 2027 da Toro traz o motor 1.3T de 176 cv na versão a combustão, e o diesel 2.2T com 200 cv em opções 4×4. Preços vão de R$ 167.490 a R$ 238.490; a versão sugerida é Volcano TD450 4×4. Segundo a avaliação, a Toro possui segunda cesta de peças mais acessível e pacote de revisões entre os mais competitivos.
A Toro também tem desvalorização de cerca de 15,4% e caixa AT6 ou AT9, conforme versão. Entre os itens de série, destacam-se frenagem automática, sensores, tela multimídia e conectividade. O espaço de porta-malas fica em 937 litros, com pros e contras bem conhecidos no mercado.
O que pesa na comparação
A Chevrolet Montana figura entre as melhores opções pelo custo de revisões, com o pacote mais em conta do segmento. A caçamba recebe até 874 litros e suporta 640 kg. O motor é 1.2T com 141 cv, com opções de câmbio MT6 ou AT6. A desvalorização fica em cerca de 3,5%.
A Ford Maverick, importada do México, é destacada pela dirigibilidade e pelo conjunto off-road da versão Tremor, porém tem peças caras e desvalorização elevada. O motor 2.0T rende 253 cv, com câmbio AT8. O custo geral de manutenção e seguro é um ponto de atenção.
Outras opções do segmento
A Renault Oroch acumula custo baixo no pós-venda e peças acessíveis, mas está com estoque reduzido no mercado e cruza com o fim de linha, em preparação para Niagara. A versão Pro traz 1.6 de 112 cv com câmbio manual, e a caçamba fica em 683 litros. Desvalorização estimada em cerca de 20,6%.
A participação das picapes intermediárias no mercado brasileiro cresce para 27,6% das vendas, com mais de 150 mil unidades em 2026. O segmento funciona como alternativa aos SUVs, buscando equilíbrio entre design, utilidade e custos.
Panorama e perspectivas
O objetivo das intermediárias é oferecer praticidade, boa capacidade de carga e recursos modernos sem recorrer apenas a SUVs. A capilaridade de opções híbridas deve aumentar nos próximos anos, acompanhando a demanda por economia de combustível e tecnologia embarcada.
Para quem busca uma alternativa prática aos SUVs, as picapes intermediárias permanecem como opção viável, com variações de motorização, câmbio e custo de uso. A decisão passa por analisar preço de aquisição, consumo, seguro, espaço interno e desvalorização.
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