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Pai e filho passam por cirurgias cardíacas e celebram com a mesma cicatriz

Pai e filho passam por cirurgias cardíacas com cicatrizes idênticas e transformam a recuperação em marco familiar, treinando juntos para a Maratona de Sydney de 2026

Pai e filho passam por cirurgias cardíacas e celebram com a mesma cicatriz: “Superamos isso juntos” — Foto: Reprodução/People
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  • Leon Hamui, de sessenta e quatro anos, e seu filho Johnny, de trinta e sete, passaram por cirurgias cardíacas em menos de um ano, com cicatrizes muito parecidas feitas pelo mesmo médico.
  • Leon foi submetido a cirurgia para aneurisma da aorta ascendente e vazamento da válvula cardíaca, em novembro de 2024.
  • Johnny recebeu diagnóstico de angiossarcoma cardíaco no átrio direito; cirurgia de coração aberto em dezembro de 2025, com remoção de parte do coração e reconstrução de artéria coronária, seguida de quimioterapia.
  • A família treinou junto para a Maratona de Sydney, em agosto de 2026, e criou o clube de corrida “Corazone de Leon” para celebrar a recuperação.
  • A cicatriz ganhou significado de união e superação: Johnny exibe a marca como símbolo da força compartilhada pela família.

Leon Hamui, 64, e seu filho Johnny, 37, passaram por cirurgias cardíacas de peito aberto a cerca de um ano de diferença e agora exibem cicatrizes muito parecidas. Os procedimentos foram realizados pelo mesmo médico e ganharam um significado de união familiar.

Em 2024, Leon realizou uma cirurgia para corrigir um aneurisma da aorta ascendente e reparar a válvula cardíaca. A operação foi bem-sucedida e iniciou uma fase de recuperação para toda a família.

Pouco depois, Johnny recebeu um diagnóstico grave: angiossarcoma cardíaco, uma forma rara de câncer. O tratamento começou nos Estados Unidos, após indicação do mesmo médico que acompanhou o pai.

A cirurgia de Johnny ocorreu em dezembro de 2025 e exigiu a retirada de parte do coração e reconstrução de uma artéria coronária. O procedimento foi considerado bem-sucedido, abrindo caminho para a recuperação.

De volta ao México, Johnny passou por quatro sessões de quimioterapia em três meses. Após autorização médica, o atleta retomou as atividades físicas com cautela, incluindo partidas de tênis e treinos familiares.

O período de recuperação também inspirou a família a agir: eles formaram o clube de corrida Corazone de Leon e planejaram participar da Maratona de Sydney em agosto de 2026, como símbolo de superação.

Hoje, pai e filho mantêm o vínculo ativo na prática de esportes. Leon continua mais reservado sobre as cicatrizes, enquanto Johnny costuma mostrá-las como lembrete da trajetória conjunta.

A maratona em família ganhou adesão de mãe, filhas e respectivos parceiros, consolidando um propósito comum: treinar para a prova australiana e celebrar a vida após cada etapa de tratamento.

A história ressalta a importância do acompanhamento médico contínuo e do apoio familiar diante de diagnósticos graves, bem como a busca por metas compartilhadas para manter a motivação coletiva.

Fonte: People.

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