- O policial penal Rodrigo Caldas Fonseca vai a júri popular por suposto homicídio de Priscilla Mundim Pantuzza, morta em agosto de 2025 no apartamento em Padre Eustáquio, Belo Horizonte.
- A vítima tinha 46 anos; Rodrigo foi preso no dia do crime e confessou. A prisão preventiva dele foi mantida pela Justiça de Minas Gerais.
- O crime ocorreu no dia 16 de agosto de 2025, após uma discussão entre o casal; vizinhos acionaram a Polícia Militar, que não foi deslocada na hora inicial.
- Rodrigo teria se ferido na barriga após o ataque; a vítima foi encontrada já sem vida. O laudo aponta que Priscilla morreu por asfixia, estrangulamento e lesões graves na cabeça.
- Em maio, houve exame de sanidade mental que indicou capacidade de entendimento e determinação, sem dependência toxicológica ou alcoólica; o caso é tratado como feminicídio.
O policial penal Rodrigo Caldas Fonseca foi levado a júri popular após ser acusado de matar a namorada, Priscilla Mundim Pantuzza, com golpes de faca em Belo Horizonte. A decisão foi anunciada pela Justiça de Minas Gerais nesta sexta-feira (26).
A vítima, de 46 anos, foi morta em agosto de 2025 no apartamento em que morava, no bairro Padre Eustáquio, região Noroeste da cidade. Rodrigo foi preso no mesmo dia e confessou o crime. A juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza manteve a prisão preventiva do réu.
Laudo e andamento do processo
Em maio deste ano houve exame de sanidade mental, que atestou capacidade de entendimento e de determinação do acusado, sem dependência toxicológica ou alcoólica. O laudo foi utilizado para embasar a continuidade do processo.
Detalhes do fato
O crime ocorreu no dia 16 de agosto de 2025, durante uma discussão no apartamento do casal. Testemunhas relataram tensão entre os dois desde a noite anterior. Na manhã seguinte, o policial confessou o crime a um familiar, que acionou a polícia.
Contexto familiar e relação
Vizinhos disseram que o relacionamento durava cerca de cinco meses e que, nos dias anteriores, Rodrigo passou a apresentar ciúmes excessivos e atitudes possessivas. A vítima deixa dois filhos.
Investigação
Segundo o Instituto Médico-Legal, a morte de Priscila ocorreu por asfixia, estrangulamento e lesões na cabeça. O caso é enquadrado pela polícia como feminicídio, com debates sobre a responsabilização do suspeito no âmbito judicial.
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