- Dois primos, com 4 e 6 anos, foram encontrados sem vida dentro de um carro em Praia Grande, no litoral de São Paulo, por volta de 00:45 do dia 23 de março.
- A polícia informou que não houve homicídio e que asfixia por confinamento acidental foi apontada como causa provável, após perícia no veículo.
- O carro pertence a um vizinho e estava estacionado em um terreno; o veículo estava quebrado.
- A mãe de um dos garotos disse, em publicação, que os laudos ainda não foram divulgados após mais de 90 dias e que ninguém foi chamado para depor.
- O caso está sendo acompanhado pela Delegacia de Investigações Gerais de Praia Grande, com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo considerando o inquérito e os laudos.
Os primos Pedro Henrique, 6 anos, e Henry Miguel, 4 anos, foram encontrados sem vida dentro de um carro na cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo. Eles sumiram no dia 22 de março, após brincarem na frente da casa da avó em comum. A avó deixou o local por alguns minutos e, ao retornar, não viu as crianças.
O veículo pertence a um morador da região e estava com o motor desligado. A perícia verificou que todas as maçanetas apresentavam defeitos, e apenas a porta do motorista era acessível de fora, com dificuldade. A conclusão inicial aponta para asfixia por confinamento dentro do carro.
A Secretaria de Segurança Pública informou que o caso é apurado pela DIG de Praia Grande. Um laudo pericial indicou asfixia por confinamento acidental como hipótese principal da fatalidade.
Reviravolta e desabafo da mãe
Nesta semana, a mãe de Henry Miguel, Ingrid Farias, pediu detalhamento sobre os laudos que não foram divulgados. Ela relatou atrasos na entrega dos resultados e afirmou que nenhuma audiência ou depoimento foi marcado até o momento.
Ela criticou a falta de comunicação das autoridades e disse não entender o atraso na divulgação dos laudos. A mãe também afirmou que não acredita que o óbito tenha ocorrido por asfixia, questionando os sinais no corpo das crianças.
A família cobra respostas e aponta desrespeito com moradores da região. A mãe reforçou que o caso merece transparência e que continuará buscando informações junto às autoridades competentes. O inquérito segue em andamento na DIG de Praia Grande.
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