- Fotógrafo Bruno Dulcetti, conhecido como Dul7, registrou o Cristo Redentor sob um tapete de nuvens no amanhecer de domingo, 28, no Rio de Janeiro, usando drone.
- A cena ocorreu ao nascer do sol, previsto para as 6h35, com a luz iluminando o Cristo acima das nuvens.
- A ideia nasceu após saber, no sábado, que o nevoeiro levou o Aeroporto Galeão a fechar, criando um cenário parecido com o tapete de nuvens.
- Dulcetti afirmou que, apesar da beleza, voar o drone em neblina pode atrapalhar a visibilidade e exigir manobras manuais, com risco de interferência.
- O fotógrafo, há seis anos na atividade, já comercializa obras de sua galeria em dezoito países e descreve o Rio como tema favorito.
Um fotógrafo registrou o Cristo Redentor sob um tapete de nuvens no Rio de Janeiro na manhã deste domingo, 28. A imagem foi capturada com uso de drone durante o amanhecer, com o sol incidindo sobre a estátua.
O fotógrafo Bruno Dulcetti, conhecido como Dul7, madrugou para ficar posicionado antes do nascer do sol. O objetivo era registrar o Cristo iluminado acima de nuvens, em um cenário descrito por ele como épico.
A ideia surgiu no dia anterior, após o Aeroporto Internacional do Galeão ter fechado por nevoeiro, gerando um efeito parecido com tapete de nuvens. Dulcetti afirmou que avaliou a previsão climática para confirmar a possibilidade.
Ele acordou às 5 horas e contou que o sol nascería às 6h35. O registro buscava o momento em que o astro surgiria acima das nuvens, com a estátua ao fundo, criando a imagem desejada.
O fotógrafo utilizou um drone para capturar as imagens. Dulcetti explicou que, ao levantar o equipamento, a visibilidade é reduzida ao atravessar as nuvens, o que aumenta o risco de perda de contato com o aparelho.
Mesmo com equipamento moderno, a neblina pode causar interferências. Segundo Dulcetti, o drone pode travar e exigir operação manual, o que demanda atenção constante. Ele ressaltou que um drone desse tipo custa em torno de R$ 35 mil.
Bruno Dulcetti atua como fotógrafo há seis anos. Iniciou na fotografia durante a pandemia, quando o salão de beleza em que trabalhava ficou fechado. Hoje mantém uma galeria com mais de 500 obras vendidas em 18 países.
Ele destacou o Rio de Janeiro como tema recorrente de interesse, citando registros de lua, Cristo e bondinho. Dulcetti afirmou ser apaixonado pela cidade e por suas paisagens, seguindo projetos que combinam natureza e símbolos locais.
Entre na conversa da comunidade