- Rodoviários do Rio confirmaram greve por tempo indeterminado, com início às zero hora de segunda-feira (29).
- O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região determinou que, em cada linha e itinerário, pelo menos cinquenta por cento da frota siga circulando, sob pena de multa diária de cinquenta mil reais.
- Principais reivindicações incluem piso de quatro mil reais para motoristas, salário de cinco mil para condutores de ônibus articulados, reajuste de dezoito por cento, tíquete-alimentação de mil reais, plano de saúde e odontológico, e fim dos contratos temporários na Mobi-Rio com contratação pela CLT.
- A Prefeitura do Rio informou que o sistema BRT, operado pela Mobi-Rio, funcionará normalmente em dias úteis e pediu aumentos do percentual mínimo de circulação para reduzir impactos aos passageiros.
- Não houve acordo na campanha salarial da categoria.
O Sindicato dos Rodoviários do Rio de Janeiro confirmou uma greve por tempo indeterminado que deve começar à zero hora de segunda-feira (29). A decisão ocorreu após assembleia neste domingo (28), sem acordo na campanha salarial da categoria.
Entre as reivindicações estão piso de 4 mil reais para motoristas, 5 mil para ônibus articulados, reajuste de 17% para todos, tíquete-alimentação de 1 mil, plano de saúde e odontológico, além do fim de contratos temporários na Mobi-Rio, com contratação pelo regime CLT.
Medidas da Justiça
O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região determinou, em decisão liminar, que pelo menos 50% da frota permaneça em circulação por linha e itinerário durante o período de greve, sob pena de multa de 50 mil reais por dia.
Acompanhamento e impactos logísticos
A prefeitura do Rio informou que acompanha a situação e que o sistema BRT, operado pela Mobi-Rio, funcionará conforme a programação de dias úteis. Também solicitou à Justiça o aumento do percentual mínimo de ônibus em circulação para reduzir impactos aos passageiros.
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