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Vídeos revelam bate-boca que levou à anulação de júri no caso Gritzbach

Vídeos mostram bate-boca entre acusação e defesa que levou à anulação do júri dos três policiais no caso Gritzbach; novo júri fica para 22 de fevereiro de 2027

Gritzbach era réu em um processo por homicídio e havia firmado acordo de colaboração premiada com o Ministério Público - (crédito: Reprodução/Record TV)
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  • Vídeos exibidos pelo Fantástico mostram o bate-boca entre acusação e defesa no Tribunal do Júri, que resultou na anulação do julgamento dos três PMs.
  • O novo júri ficou remarcado para 22 de fevereiro de 2027.
  • A defesa contestou exames de DNA e levantou suspeitas sobre a conduta do promotor, apontando irregularidades no processo.
  • O momento decisivo ocorreu quando o promotor questionou um oficial da Corregedoria sobre um episódio envolvendo um advogado, o que a defesa considerou ofensivo; os advogados abandonaram o plenário.
  • Os réus Fernando Genauro, Juan Silva Rodrigues e Denis Martins são acusados de participação na morte do empresário Antônio Vinícius Gritzbach, ocorrida com 27 tiros no aeroporto de Guarulhos em novembro de 2024, episódio que também deixou um motorista de aplicativo morto e feridos; Gritzbach havia firmado acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, detalhando esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao Primeiro Comando da Capital e supostas irregularidades na Polícia Civil.

Vídeos exibidos pelo Fantástico mostram o bate-boca entre acusação e defesa que resultou na anulação do júri dos três policiais militares apontados como envolvidos na morte do empresário Antônio Vinícius Gritzbach. A sessão, no Tribunal do Júri, saiu do controle e teve o plenário lotado de tensão. O novo júri foi remarcado para 22 de fevereiro de 2027.

A sequence de provocações começou quando a defesa contestou exames de DNA e levantou dúvidas sobre a conduta do promotor Rodrigo Merli, sugerindo reunião prévia com um perito ligado ao caso. Com o tempo, os embates se intensificaram no plenário.

O ponto decisivo ocorreu quando o promotor questionou um oficial da Corregedoria da Polícia Militar sobre um episódio envolvendo um dos advogados em outro processo, sem relação com Gritzbach. A defesa considerou a abordagem ofensiva e reagiu.

Na sequência, advogados abandonaram o plenário. Sem a presença da defesa, o juiz responsável annullou o julgamento. O magistrado rejeitou o pedido do Ministério Público de punir os defensores, entendendo que houve imputação de fraude na sessão.

Os réus são Fernando Genauro, Juan Silva Rodrigues e Denis Martins. Eles são acusados de participação na execução de Gritzbach, morto com 27 tiros de fuzil no Aeroporto de Guarulhos em novembro de 2024. O ataque também deixou um motorista de aplicativo morto e feriu outras duas pessoas.

Gritzbach era réu em processo por homicídio e firmou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público. O acordo citava esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao Primeiro Comando da Capital e mencionava casos de corrupção na Polícia Civil.

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