- João Cabral de Melo Neto ganhou o Prêmio Camões em 1990, tornando-se o primeiro brasileiro a recebê-lo.
- Rachel de Queiroz foi a primeira mulher a vencer o Prêmio Camões, em 1993.
- Jorge Amado recebeu o prêmio em 1994, aos 82 anos.
- Lygia Fagundes Telles foi a segunda mulher brasileira a ser premiada, em 2005.
- Chico Buarque recebeu o Prêmio Camões em 2019.
O Prêmio Camões, considerado o mais importante da língua portuguesa, anunciou Lídia Jorge como vencedora de 2026. A premiada é portuguesa, mas a lista de laureados brasileiros é expressiva ao longo das edições. Adélia Prado, Chico Buarque, Rachel de Queiroz, João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado e Lygia Fagundes Telles figuram entre os premiados.
A premiação é concedida com subsídio da Fundação Biblioteca Nacional, vinculada ao Ministério da Cultura de Portugal. O conjunto de laureados mostra a diversidade de estilos que já recebeu o Camões, desde poesia até romance e ensaio.
João Cabral de Melo Neto foi o primeiro brasileiro a conquistar o prêmio, em 1990, após a tradição de premiar portugueses. Quase três anos depois, Rachel de Queiroz tornou-se a primeira mulher a ganhar a honraria. Em 1994, Jorge Amado recebeu o Camões aos 82 anos.
Em 1998, o Brasil voltou a ser lembrado, com Antonio Candido sendo premiado em Lisboa. Autran Dourado recebeu a honraria em 2000, em cerimônia no Rio de Janeiro. Rubem Fonseca foi laureado em 2003, também na cidade, com participação de jurados brasileiros e angolanos.
Lygia Fagundes Telles tornou-se a segunda mulher brasileira a vencer, em 2005. João Ubaldo Ribeiro levou o prêmio em 2008, com obras adaptadas para TV e cinema. Ferreira Gullar foi reconhecido em 2010, mantendo a linha de nomes multifacetados da literatura brasileira.
Dalton Trevisan ganhou em 2012, em Lisboa, seguido por Alberto Costa e Silva em 2014, diplomata e ensaísta brasileiro. Raduan Nassar foi contemplado em 2016, em Lisboa, destacando-se pela obra Lavoura Arcaica. Chico Buarque recebeu o Camões em 2019, com entrega ocorrendo anos depois da escolha.
Silviano Santiago foi prêmio em 2022, e Adélia Prado aparece entre os brasileiros que já foram agraciados, conforme o conjunto histórico do Camões. Em 2026, o prêmio continua a promover a preservação da língua e a diversidade de perfis literários.
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