- Durante recuperação de transplante de rim em Recife, criminosos se passaram por médicos e golpearam os filhos da paciente internada.
- Após sete anos na lista de espera, Dona Máxima recebeu ligação de um suposto médico pedindo R$ 1.650 para agilizar exames, alegando demora no SUS.
- A família fez a primeira transferência e houve novas cobranças, o que gerou suspeita e levou ao registro de boletim de ocorrência.
- O hospital informou que, por atender pelo SUS, não cobra por exames ou procedimentos, e que nenhum funcionário pode solicitar dinheiro em nome da instituição.
- Dona Máxima soube do golpe apenas após a alta; até o momento, ninguém foi identificado.
Durante a internação de uma paciente no Recife, uma cirurgia de transplante de rim tornou-se um episódio de golpe. Criminosos se passaram por médicos e buscaram informações sobre o estado de saúde da família para enganar.
A vítima, Dona Máxima, recebeu ligação de um suposto médico informando que exames urgentes eram necessários e que havia demora no atendimento pelo SUS. O golpe cobrou 1.650 reais para agilizar o procedimento, conforme relato da família.
Após o pagamento inicial, novas cobranças surgiram, levantando suspeitas. A família registrou boletim de ocorrência, mas até agora não houve identificação de suspeitos. O hospital afirmou que, por atender pelo SUS, não cobra por exames ou procedimentos e que nenhum funcionário pode solicitar dinheiro em nome da instituição. Dona Máxima soube do golpe apenas ao receber alta.
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