- O Detran-DF vai implantar câmeras corporais nas fardas de agentes de fiscalização e policiamento viário, com um total de cento e cinquenta equipamentos.
- Um lote inicial de dez dispositivos será testado em projeto-piloto voltado para operações da Lei Seca, com treinamentos específicos.
- O investimento total é de R$ 3,966,311.28 por doze meses.
- As câmeras transmitem ao vivo via LTE e os dados são armazenados em um Data Center seguro da Telebrás.
- O sistema pode acionar automaticamente a câmera quando houver uso de taser (arma de eletrochoque), sincronizando os dispositivos conforme a necessidade.
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) iniciou a implantação de câmeras corporais nas fardas de agentes de fiscalização e fiscalização viária. Serão 150 equipamentos, com um lote piloto de 10 unidades para testes nas próximas semanas. O projeto tem duração de 12 meses e orçamento de R$ 3.966.311,28.
O piloto visa mapear o uso das câmeras nas ruas, principalmente nas blitze da Lei Seca, e orientar a criação de normas internas alinhadas à LGPD. A iniciativa busca aumentar a transparência das abordagens e a segurança de agentes e motoristas.
Marcu Bellini, diretor-geral do Detran-DF, afirma que os equipamentos permitem transmissão ao vivo de imagens e áudio para uma central de monitoramento, fortalecendo a lisura das ações. A tecnologia opera com conectividade LTE em tempo real.
Tecnologia e integração operacional
As câmeras transmitem dados para um Data Center seguro gerenciado pela Telebrás, conforme contrato. Além disso, a sincronização com as Tasers permite ativação automática da gravação quando o agente aciona a arma não letal em procedimentos de contenção.
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