- O jogador Jair Diego Alves de Brito, conhecido como Jajá, teve a paternidade reconhecida por exame de DNA, em dezembro de 2025, durante ação judicial.
- Com o reconhecimento, passou a ter obrigação de pagar pensão alimentícia à filha, substituindo o pagamento integral pela mãe até então.
- A pensão foi fixada pela Justiça em doze salários mínimos mensais, após disputas sobre o valor, já que o atleta recebia mais de R$ 140 mil mensais à época.
- Há cobrança de parcelas atrasadas da pensão, com valor devedor estimado em mais de R$ 125 mil.
- Desde o reconhecimento, Jajá teria depositado apenas dois pagamentos à filha, mantendo em andamento a cobrança das parcelas em aberto.
O jogador Jair Diego Alves de Brito, conhecido como Jajá, está no centro de uma disputa envolvendo reconhecimento de paternidade e pensão alimentícia, segundo a coluna Fábia Oliveira, em exclusiva. Um exame de DNA teria comprovado a paternidade de Jajá em relação a uma criança.
Com o resultado positivo, a Justiça reconheceu oficialmente o vínculo entre o atleta e a menor em dezembro de 2025. A decisão alterou as obrigações legais de Jajá, que passou a responder por pensão alimentícia.
Segundo a apuração, a mãe da criança arcava com todas as despesas até então, sem aporte do pai. A partir da sentença, o jogador passou a dever a pensão.
Em relação ao valor, Jajá solicitou pouco mais de um salário-mínimo, mas documentos apresentados à época mostraram renda mensal superior a R$ 140 mil. O tribunal fixou a pensão em 12 salários mínimos.
A cobrança de pensão continua em aberto, com potencial de parcelas atrasadas a receber. Fontes próximas indicam que o débito já supera R$ 125 mil.
De acordo com as mesmas fontes, desde o reconhecimento da paternidade e da fixação da obrigação, Jajá efetuou apenas dois depósitos à filha, o que mantém a cobrança judicial em curso.
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