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Operação desarticula quadrilha que assaltava vendedores de celular no DF

Polícia Civil desarticula quadrilha que usava perfis falsos para atrair vendedores de celulares de alto valor e praticar roubos no DF

Criminosos fingiam interesse em celulares para roubar vendedores. - (crédito: Reprodução/PCDF)
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  • A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou a operação Falso Comprador, com 10 mandados de busca e apreensão em Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Gama e Guará, na manhã de 3 de julho.
  • O grupo criava perfis falsos com identidades masculinas e femininas em plataformas de venda e mensagens para negociar smartphones de alto valor.
  • Nos encontros, os suspeitos anunciavam o roubo ou examinavam o aparelho e fugiam; em alguns casos, integrantes armados protegiam a fuga.
  • Em um episódio, houve a cobrança de um suposto resgate para devolver o celular roubado.
  • Os investigados têm antecedentes por roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma e devem responder por associação criminosa e roubos qualificados.

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou na manhã de hoje a operação Falso Comprador, visando desarticular uma quadrilha suspeita de roubos a vendedores de celular de alto valor. A ação envolve 10 mandados de busca e apreensão em Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Gama e Guará.

Segundo as investigações, os criminosos criavam perfis falsos, com identidades masculinas e femininas, em plataformas de compra e venda e apps de mensagens para negociar smartphones caros. Os encontros eram marcados em locais públicos.

Durante as abordagens, o grupo anunciava o assalto ou pedia para examinar o aparelho e fugia com o celular. Em alguns casos, integrantes armados asseguravam a fuga quando havia perseguição.

A polícia informou ainda que, em um caso, os suspeitos teriam exigido um suposto “resgate” para devolver o aparelho roubado. Houve relatos de armas brancas e de fogo utilizadas no crime.

Os investigados já possuem antecedentes por roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma. As apurações indicam ainda a exibição de armas e entorpecentes em perfis nas redes sociais.

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