- No Fórum Estadual de Justiça de Ponta Grossa, no Paraná, um Golden Retriever chamado Teddy atua como cão de assistência judiciária, ajudando vítimas durante depoimentos.
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- Teddy participa de audiências uma vez por semana, fica próximo à vítima em uma cadeira reservada e, em casos de crianças, há interação antes e após o relato.
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- A iniciativa busca reduzir o estresse de pessoas vulneráveis, especialmente em processos envolvendo crimes sexuais ou violência.
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- A presença do animal é considerada pela juíza Noeli Reback como uma forma de humanizar o atendimento e aliviar o peso emocional dos relatos.
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- A ideia partiu do tutor Renato Aparecido Borges, inspirada em projeto similar de Londrina; Teddy já integra a rotina do fórum e participa também de ações com crianças disponíveis para adoção.
No Fórum Estadual de Justiça de Ponta Grossa, no Paraná, um Golden Retriever chamado Teddy atua como cão de assistência judiciária. A iniciativa ajuda vítimas de violência a enfrentar depoimentos com menos estresse. O projeto ocorre uma vez por semana.
Teddy fica próximo à vítima durante as oivas, em uma cadeira reservada ao lado. Crianças e adolescentes recebem o apoio antes, durante e ao final do depoimento, para manter o ambiente mais humanizado. O cão ganhou crachá de identificação.
A ideia nasceu do advogado Renato Aparecido Borges, tutor do animal, que acompanhava Teddy desde filhote. A prática foi inspirada em Londrina e formalizada por meio de cooperação entre as instituições.
Para a juíza Noeli Reback, diretora do Fórum e titular da vara da Infância, a presença do animal reduz o peso emocional do ato processual. O objetivo é oferecer conforto aos relatos de violência.
Em uma oitiva marcada pela emoção, Teddy aproximou-se de uma vítima cujo acompanhante havia agredido o animal dela. A reação do cão trouxe acolhimento no momento difícil para a testemunha.
Além das audiências, Teddy participa de ações especiais, como atividades com crianças disponíveis para adoção. Tornou-se conhecido entre servidores e frequentadores do fórum.
A implementação busca construir vínculos entre vítimas e a equipe forense, contribuindo para um ambiente mais acolhedor. A experiência já inspirou outras ações semelhantes na região.
Informações sobre a iniciativa foram divulgadas pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ/PR). O caso segue acompanhando o desenvolvimento da prática no judiciário local.
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