Em uma fria e cortante noite em Bautzen, uma charmosa cidade nas colinas da Oberlausitz, na Saxônia, o clima é de otimismo no estande de campanha do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD). “Nossa terra em primeiro lugar, porque amamos a Alemanha!” é o lema estampado em banners de um azul vibrante, característico […]
Em uma fria e cortante noite em Bautzen, uma charmosa cidade nas colinas da Oberlausitz, na Saxônia, o clima é de otimismo no estande de campanha do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD). “Nossa terra em primeiro lugar, porque amamos a Alemanha!” é o lema estampado em banners de um azul vibrante, característico da sigla. Frank Peschel, membro do parlamento da Saxônia, destaca que “o clima dentro do partido está realmente bom”. Nas eleições europeias do ano passado, a AfD obteve 39% dos votos na região, e é difícil encontrar alguém local que não planeje votar no partido nas eleições nacionais marcadas para 23 de fevereiro.
Simon, um jovem de 20 anos, expressa seu entusiasmo ao afirmar que entregará seu primeiro voto à AfD no próximo mês. Ele comenta sobre a percepção negativa que o partido enfrenta, dizendo que “a esquerda nos chama de nazistas, mas só queremos uma vida normal”. O apoio à AfD parece estar crescendo, refletindo um sentimento de identificação com suas propostas e uma rejeição ao rótulo que lhe é atribuído. A expectativa é alta entre os apoiadores, que veem a AfD como uma alternativa viável em meio a um cenário político polarizado.
Entre na conversa da comunidade