Os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, criticaram as regras comerciais da União Europeia, especialmente aquelas que afetam o setor de cinema e streaming, além de impostos digitais. Um novo relatório de 397 páginas menciona a Espanha, destacando suas normas que favorecem as línguas cooficiais e impõem limites à produção de conteúdo europeu em plataformas como a Netflix. Por exemplo, para cada três dias que um filme não europeu é exibido, deve haver um filme da UE. Também é exigido que serviços de streaming tenham pelo menos 30% de conteúdo da UE, com metade em línguas oficiais da Espanha. Essas regras são vistas como barreiras para o cinema americano.
O relatório critica a “taxa Google”, que é um imposto sobre serviços digitais que a Espanha aplica, e Trump já havia pedido uma investigação sobre esses impostos em vários países, incluindo a Espanha. Além disso, o documento menciona que a legislação espanhola limita a participação de investidores não europeus em licenças de radiodifusão audiovisual a 25%.
Os Estados Unidos também planejam impor tarifas sobre produtos farmacêuticos importados da Espanha, citando preocupações sobre a falta de clareza nas regras de reembolso e o acesso desigual a medicamentos. O relatório ainda menciona a questão das ajudas a Airbus, destacando a participação da Espanha no consórcio. Por fim, é importante notar que os Estados Unidos tiveram um superávit comercial com a Espanha em 2023, desafiando a ideia de que a Espanha estaria prejudicando os Estados Unidos economicamente.
Os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, criticaram as barreiras comerciais da União Europeia, com foco em regulamentações que impactam o setor audiovisual e impostos digitais. Um relatório recente de 397 páginas menciona a Espanha, destacando suas normas sobre cinema e streaming, a chamada “taxa Google” e restrições a investimentos. O documento foi apresentado por Trump na Casa Branca, onde ele anunciou a imposição de tarifas sobre produtos farmacêuticos.
O relatório critica as regulamentações espanholas que favorecem as línguas cooficiais e impõem quotas de produção europeia a plataformas como a Netflix. Por exemplo, para cada três dias de exibição de um filme não europeu, deve haver um filme da UE. Além disso, a legislação exige que serviços de streaming incluam pelo menos 30% de conteúdo da UE, com metade em línguas oficiais da Espanha. Essas regras são vistas como obstáculos ao cinema americano, que poderia ter maior arrecadação sem tais limitações.
A “taxa Google” também é alvo de críticas, com o relatório reiterando que as regulamentações digitais da Espanha discriminam empresas dos Estados Unidos. Trump já havia solicitado uma investigação sobre impostos digitais em vários países, incluindo a Espanha, que aplica um imposto sobre serviços digitais. O relatório também menciona restrições à propriedade de licenças de radiodifusão audiovisual por investidores não europeus, limitando a participação a 25%.
Além disso, o documento traz à tona preocupações sobre o setor farmacêutico na Espanha, onde os Estados Unidos planejam impor tarifas específicas em breve. As queixas incluem a falta de clareza nas diretrizes de reembolso e o acesso desigual a medicamentos. O relatório também menciona a questão das ajudas a Airbus, destacando a participação da Espanha no consórcio. Por fim, o documento aponta que os Estados Unidos tiveram um superávit comercial de R$ 2,039 bilhões com a Espanha em 2023, desafiando a narrativa de que o país estaria “estafando” os Estados Unidos.
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