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Ucrânia identifica 155 chineses lutando ao lado das forças russas, diz Zelensky

Ucrânia revela que 155 cidadãos chineses lutam ao lado da Rússia; dois foram capturados e alegam ter pago para se alistar.

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, informou que 155 cidadãos chineses estão lutando ao lado das forças russas. Essa declaração veio após a captura de dois chineses na Ucrânia, que foram recrutados por meio de anúncios, inclusive nas redes sociais. A China negou essas alegações, chamando-as de infundadas.

Um documento de agências de segurança da Ucrânia, que ainda não foi confirmado, lista mais de 150 chineses que teriam servido no exército russo, a maioria em cargos baixos. Os contratos mencionados no documento são datados de 2024 e incluem várias unidades militares. A China está verificando a situação dos cidadãos capturados.

Um dos detidos afirmou que pagou cerca de 300 mil rublos (aproximadamente 3,5 mil dólares) para se alistar no exército russo, com a intenção de obter cidadania russa. Ele relatou que recebeu treinamento militar na região de Luhansk, onde as instruções foram dadas sem tradutor, usando gestos e um aplicativo. O homem foi capturado quando um grupo russo decidiu se render. As autoridades ucranianas confirmaram sua identidade e ele está colaborando com as investigações. Ele disse que sua família sabia de sua intenção de viajar para a Rússia, embora tenha ido como turista. O Kremlin não comentou sobre a captura.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que a inteligência ucraniana identificou 155 cidadãos chineses lutando ao lado das forças russas. A declaração ocorreu um dia após a captura de dois cidadãos chineses na Ucrânia. Segundo Zelensky, esses indivíduos foram recrutados por meio de anúncios, inclusive em redes sociais. A China, por sua vez, negou qualquer envolvimento de seus cidadãos no conflito, classificando as alegações como “sem fundamento”.

Um documento de agências de segurança ucranianas, que não foi verificado pela CNN, supostamente lista mais de 150 cidadãos chineses que serviram nas forças armadas russas, a maioria em posições militares inferiores. Os contratos mencionados no documento têm datas de 2024 e abrangem diferentes unidades militares. A situação dos cidadãos chineses capturados está sendo verificada por Pequim.

Um dos cidadãos chineses detidos afirmou ter pago R$ 300 mil (aproximadamente US$ 3,5 mil) para se alistar no exército russo, com o objetivo de obter cidadania russa. Ele relatou que recebeu treinamento militar na região ocupada de Luhansk, onde as instruções foram dadas sem tradutor, utilizando gestos e um aplicativo de tradução. O homem foi capturado quando um grupo de assalto russo decidiu se render.

As autoridades ucranianas confirmaram a identidade e a cidadania do prisioneiro, que cooperou com as investigações. Ele mencionou que sua família estava ciente de sua intenção de viajar para a Rússia, embora tenha feito a viagem como turista. O Kremlin não comentou sobre a captura dos cidadãos chineses.

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