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Sudan acusa Emirados Árabes de genocídio em Darfur e pede medidas ao Tribunal Internacional

Sudão acusa Emirados Árabes Unidos de genocídio contra o grupo Masalit, enquanto EAU nega e questiona jurisdição da Corte Internacional de Justiça.

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O Sudão acusou os Emirados Árabes Unidos de apoiar forças paramilitares que estariam cometendo genocídio contra o grupo étnico Masalit na região de Darfur. O ministro da Justiça do Sudão, Muawia Osman, afirmou que as Forças de Apoio Rápido (RSF) estão agindo com a ajuda dos EAU. O Sudão já havia levado o caso à Corte Internacional de Justiça, alegando que os EAU forneceram armas às RSF, o que os Emirados negam.

Os EAU chamaram as acusações de infundadas e disseram que não apoiam nenhum dos lados no conflito. A assistente do ministro de Assuntos Políticos dos EAU, Reem Ketait, afirmou que o país busca paz para o Sudão e questionou a autoridade da Corte sobre o caso. Desde abril de 2023, o Sudão enfrenta uma guerra civil entre dois generais, resultando em uma grave crise humanitária.

Osman disse que o apoio dos EAU é fundamental para a continuidade do genocídio, que inclui assassinatos e deslocamentos forçados. O Sudão pediu à Corte que os EAU se abstenham de qualquer ação que possa ser vista como cumplicidade no genocídio e que apresentem relatórios regulares. A Corte, que fica na Holanda, trata de disputas entre países e violações de tratados.

A situação é complicada, com os Estados Unidos reconhecendo os ataques contra os Masalit como genocídio e um painel da ONU considerando a participação dos EAU no conflito como crível. O Sudão apresentou uma avaliação de inteligência que sugere que as entregas de armas dos EAU para as RSF ainda estão ocorrendo. Os EAU, por sua vez, acusaram o Sudão de usar a Corte para desinformação e para desviar a atenção de suas próprias ações.

O Sudão acusou os Emirados Árabes Unidos na Corte Internacional de Justiça (CIJ) de violar a Convenção sobre Genocídio ao apoiar forças paramilitares em sua região de Darfur. O ministro da Justiça interino do Sudão, Muawia Osman, afirmou que “um genocídio está sendo cometido contra o grupo étnico Masalit” e que as Forças de Apoio Rápido (RSF) estão agindo com o apoio dos EAU. O Sudão já havia apresentado um caso contra os EAU, alegando que o país árabe armou as RSF, o que os EAU negam categoricamente.

Os Emirados Árabes Unidos descreveram as alegações como “sem fundamento e politicamente motivadas”, afirmando que não apoiam nenhum dos lados no conflito sudanês. A assistente do ministro de Assuntos Políticos dos EAU, Reem Ketait, declarou que o país busca uma paz duradoura para o Sudão e questionou a jurisdição da CIJ sobre o caso. Desde abril de 2023, o Sudão enfrenta uma guerra civil entre os generais Abdel Fattah al-Burhan e Mohamed Hamdan Dagalo, resultando em uma grave crise humanitária.

Osman alegou que o apoio logístico dos EAU às RSF tem sido crucial para a continuidade do genocídio, que inclui assassinatos, estupros e deslocamentos forçados. O pedido do Sudão à CIJ inclui uma ordem urgente para que os EAU se abstenham de qualquer conduta que possa ser considerada cumplicidade no genocídio e que apresentem relatórios periódicos ao tribunal. A CIJ, com sede em Haia, lida com disputas entre Estados e violações de tratados internacionais.

A situação é complexa, com os Estados Unidos reconhecendo ataques contra os Masalit como genocídio e um painel da ONU considerando a participação dos EAU no conflito como “credível”. As alegações do Sudão foram reforçadas por uma avaliação de inteligência do governo, que indicou que as entregas de armas dos EAU para as RSF ainda ocorrem. Os EAU, por sua vez, acusaram o Sudão de usar a CIJ para fins de desinformação e de desviar a atenção de suas próprias atrocidades.

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